Comerciantes ameaçam protestos e prometem parar alfândega se fronteira não abrir

Sem decreto oficial no Paraguai e no Brasil, fronteira entre países continua fechada

Há uma semana, o Governo do havia anunciado pelas redes sociais que a fronteira do país com o Brasil seria, enfim, aberta após seis meses nesta terça-feira (29), mas não foi isso que aconteceu. Sem a publicação do decreto que vai liberar as fronteiras, os comerciantes do lado paraguaio ameaçam protestar e prometem parar a alfândega.

Por meio de folheto, comerciantes convocam os moradores a se unirem caso a fronteira não seja oficialmente aberta até esta quarta-feira (30). O recado diz que se a fronteira não for liberada para os do lado brasileiro, tanto em Ponta Porã como em Mundo Novo, a alfândega e os portos serão fechados.

Além disso, afirma que abriram a fronteira “com as próprias mãos”, arrancando os alambrados e queimando os pneus. “Pior que a pandemia na fronteira, é a economia totalmente morta”, diz recado.

Em alguns trechos da fronteira com o , não há presença do Exército. Em outros pontos, os militares continuam presentes e não permitem a passagem. A expectativa é grande para a reabertura da fronteira, mas ainda não há decreto do governo paraguaio ou brasileiro.

A fronteira está fechada há mais de seis meses por conta da pandemia de coronavírus. Vale ressaltar que os municípios de Ponta Porã e  têm uma forte ligação, que foi cortada devido à pandemia.

Comerciantes ameaçam protestos e prometem parar alfândega se fronteira não abrir
Mais notícias