Com contratação de 5 mil indígenas, Funtrab estuda plano de biossegurança para safra de maçã de 2021

Com a pandemia de coronavírus, as contratações para safra deste ano foram suspensas

A (Fundação do Trabalho de Mato Grosso do Sul), realizou nesta segunda-feira (20), uma reunião para elaborar um plano de biossegurança para contratação de 5 mil indígenas para trabalhar na colheita de maçã da safra de 2021 em Rio Grande do Sul e Santa Catarina.

As atividades acontecem desde 2015 com efetivação de indígenas das etnias guarani-kaiowá e terena do Estado. Porém, com a chegada da pandemia de coronavírus, as contratações para safra deste ano foram suspensas.

Ainda em janeiro, a fundação realizou os cadastros destinados para sete empresas parcerias da região sul do país. As vagas foram interditadas na etapa de atualização dos dados dos trabalhadores cadastrados. As oportunidades serão remanejadas para os mesmos trabalhadores de Aquidauana, Amambai, Miranda, Iguatemi, Sidrolândia Dourados e Ponta Porã.

O objetivo da reunião foi elaborar protocolos de segurança. “É necessário um plano de trabalho, para respeitar todos os protocolos de segurança, tais como gerenciamento das filas sem aglomerações, distanciamentos, uso de equipamentos adequados, máscaras, álcool”, disse o diretor-presidente da , Marcos Derzi.

As empresas pagam um salário-base, com gratificações e benefícios como cesta básica. Além de arcarem com os custos das viagens, transporte e alojamento.

Com contratação de 5 mil indígenas, Funtrab estuda plano de biossegurança para safra de maçã de 2021
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