Cotidiano

Chuva espanta trabalhadores e Caixa tem poucas pessoas nas filas atrás do auxílio de R$ 600

Quem decidiu acordar cedo e enfrentar a até então extensa fila da Caixa Econômica Federal na manhã desta quarta-feira (6) teve uma grata surpresa. A fila que na terça-feira (5) dobrava o quarteirão, desta vez tinha poucas pessoas. Os trabalhadores que enfrentaram o tempo chuvoso elogiaram a rapidez no atendimento.  Cintia de Oliveira, de 19 […]

Mylena Rocha Publicado em 06/05/2020, às 09h31 - Atualizado às 14h09

Foto ilustrativa: Ranziel de Oliveira | Midiamax
Foto ilustrativa: Ranziel de Oliveira | Midiamax - Foto ilustrativa: Ranziel de Oliveira | Midiamax

Quem decidiu acordar cedo e enfrentar a até então extensa fila da Caixa Econômica Federal na manhã desta quarta-feira (6) teve uma grata surpresa. A fila que na terça-feira (5) dobrava o quarteirão, desta vez tinha poucas pessoas. Os trabalhadores que enfrentaram o tempo chuvoso elogiaram a rapidez no atendimento. 

Chuva espanta trabalhadores e Caixa tem poucas pessoas nas filas atrás do auxílio de R$ 600
Cintia já esperava que fila fosse menor devido à chuva. (Foto: Ranziel de Oliveira)

Cintia de Oliveira, de 19 anos, conta que vem à Caixa da rua Marechal Rondon pela segunda vez e nesta quarta-feira (6) conseguiu o que queria: sacou os R$ 600 e vai pagar as contas. Ela conta que na primeira vez que foi à agência bancária, não conseguiu sacar pois não tinha a conta no aplicativo ‘Caixa Tem’. 

Desta vez, o atendimento foi rápido e Cintia afirma que já previa que a fila seria pequena. “Ah, quando está chovendo o povo não sai. Foi rápido, consegui resolver hoje”, comemora.

Keyla Cristina é vendedora de salgados e presenciou as filas enormes em frente à Caixa desde o início da pandemia, quando passou a vender salgados no local. Ela conta que foi demitida por causa do coronavírus e a alternativa que encontrou foi vender salgados para aqueles que madrugam e passam horas na fila para receber o benefício. 

Chuva espanta trabalhadores e Caixa tem poucas pessoas nas filas atrás do auxílio de R$ 600
Keyla vende salgados na fila. (Foto: Ranziel de Oliveira)

Desta vez, o cenário foi diferente. Com a chuva, poucos se arriscaram a sair na rua e quem enfrentou o clima, se deu bem. 

“Com a chuva e a pandemia, as pessoas ficam em casa mesmo. Sai quem tem que trabalhar, como eu”, diz. 

Jornal Midiamax