Realidade ainda é de pandemia: entenda a importância do isolamento social em MS

Quanto menos sair de casa, menor é o número de pessoas infectadas

Muita gente não está dando a devida importância ao isolamento social, uma das medidas de prevenção contra o Covid-19, o novo . Somente no último domingo (19), 58 pessoas foram abordadas pela GCM (Guarda Civil Metropolitana) nas ruas de Campo Grande.

O Jornal Midiamax já até publicou uma matéria sobre um perfil no Instagram expondo diversos campo-grandenses, entre eles muitos jovens, desrespeitando a quarentena na Capital. A conta anônima já tem mais de 3 mil seguidores e 52 postagens.

O Estado avança na transmissão comunitária, ou seja, quando o contágio não acontece mais apenas em contato com casos confirmados. Na Capital, segundo a SES (Secretaria de Estado de Sáude), há 89 pessoas infectadas.

Para reforçar à população que ficar em casa é a melhor forma de segurança neste momento de pandemia, a Prefeitura de Campo Grande, por meio da Semed (Secretaria Municipal de Educação), explica como uma pessoa infectada, sabendo que não está doente, pode infectar muitas outras.

Segundo a secretaria, há três tipos de exposições: Exposição Normal, Exposição 50% a Menos e Exposição 75% a Menos.

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(Foto: Divulgação | Semed)

Na Exposição Normal, em cinco dias, pode ter 2,5 pessoas infectadas. E em 30 dias, podem existir mais de 400  pessoas com o vírus.

Já na Exposição de 50% a menos, em cinco dias nas ruas, 1,25 pessoas podem ser contaminadas. E em 30 dias, 15.

Por fim, na Exposição de 75% menos, em cinco dias, podem surgir 0,62 pessoas contaminadas. E em 30 dias, 2,5 pessoas com o novo .

A orientação conclui que quanto mais pessoas estarem expostas nas ruas, mais casos contaminados surgirão.

Conforme os dados apresentados no último boletim epidemiológico da SES, Mato Grosso do Sul registrou 171 casos confirmados, dentre eles, 59 estão em isolamento domiciliar, 1.237 notificações e 37 sob investigação. Pacientes graves ficam até 30 dias ocupando UTIs no Estado.

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