Para economizar papel, prova do Enem não terá folha de rascunho

Inep visa redução de custo de R$ 42 milhões

O Inep (Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira), informou que na nova diagramação, a prova do Enem (Exame Nacional do Ensino Médio) não terá mais folha de rascunho. A medida visa gerar uma “significativa economia com papel e impressão”.

Segundo o instituto, os cadernos de questões terão um espaço em branco para apoio aos candidatos na elaboração de cálculos e da redação. Além disso, os dados biométricos dos estudantes serão coletados com esponja que permite a coleta da digital e pode ser utilizada mais de três mil vezes.

De acordo com a Agência Brasil, a capacitação dos colaboradores envolvidos na aplicação do Enem será feita a distância, essa medida eliminará gastos com passagem, hospedagem, aluguel de salas e auditórios em todo o país. Ao todo, cerca de 500 mil pessoas trabalham na aplicação das provas.

Vale lembrar que, o Enem será aplicado nos dias 3 e 10 de novembro. As inscrições estarão abertas de 6 a 17 de maio. Entre 1º e 10 de abril os estudantes poderão pedir isenção da taxa de inscrição. Nesse mesmo período, o Inep vai receber as justificativas dos que faltaram às provas em 2018.

Economia

O Inep estima, uma economia de R$ 42 milhões nos exames e avaliações de 2019. As medidas adotadas, nesta edição do Enem fazem parte do Programa de Redução de Custos e Otimização dos Recursos Logísticos, um dos seis pilares do Programa de Modernização do Inep, que recorre a um modelo de tutoria, no qual consultores externos atuam em conjunto com as equipes internas.

É importante lembrar que além do Enem, o Inep é responsável por avaliações como a Prova Brasil, o Encceja (Exame Nacional para Certificação de Competências de Jovens e Adultos) e o Enade (Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes).

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