Licitação para asfalto do Rita Vieira pode sair ainda este ano, afirma Marquinhos

Marquinhos destacou que toda a documentação exigida pelo BNDES já foi encaminhada

Pode ser lançada ainda em 2019 a licitação para contratação de empresa que deve executar as obras de asfalto na região dos bairros Rita Vieira, Parque Dallas e Vilas Boas, segundo afirmou na manhã desta quinta-feira (10) o prefeito Marquinhos Trad (PSD).

Marquinhos destacou que toda a documentação exigida pelo BNDES já foi encaminhada e, dependendo da agilidade que saia o aval para o empréstimo de R$ 30 milhões, é possível que a edital de chamamento seja lançado ainda neste ano.

Os vereadores de Campo Grande aprovaram na última quinta-feira (3), por 26 votos favoráveis e nenhum contrário, o projeto de Lei n.º 9.496/19 de empréstimo da Prefeitura de R$ 30 milhões junto ao BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) para asfaltar vias do Bairro Rita Viera, Vilas Boas e Parque Dallas.

“Na semana passada foi aprovado pela Câmara Municipal e ontem (9) sancionei e já enviei ao BNDES para decidirem se vão consolidar. Estamos apressando para ver se conseguimos ainda para este ano, mas nada garantido. Os moradores estão esperando por essa melhoria a mais de 20 anos”, disse.

O prefeito adiantou as informações durante visita a obras no centro da cidade. Sobre a reforma da avenida Ernesto Geisel, ele destaca que o lote 2, que vai da rua da Abolição até rua Bom Sucesso já foi iniciado. O andamento das obras de controle de drenagem, controle de enchentes e revitalização do Rio Anhanduí, numa extensão de quase 2 quilômetros, ficou prejudicado por conta do atraso no repasse de recursos pelo Governo Federal, totalizando R$ 4,9 milhões, que foram liberados em duas parcelas, R$ 3 milhões em junho e mais R$ 1,9 milhão, no mês seguinte.

Em visita a Rua 14 de julho, Marquinhos destaca que está feliz com o resultado das obras e que o principal objetivo é movimentar mais o comércio do centro. “Minha intenção é fazer o campo-grandense voltar para o centro da cidade, estávamos perdendo-os para os grandes shoppings”, afirma.

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