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Imasul convoca conselhos para preservação da Gruta do Lago Azul e rio Formoso

O rio Formoso tem preocupado ambientalistas com a turbidez das águas

O Imasul (Instituto do Meio Ambiente de Mato Grosso do Sul) publicou editais de convocação nesta terça-feira (30) para conselhos consultivos para os monumentos naturais da Gruta do Lago Azul e do rio Formoso em Bonito, a 300 km de Campo Grande. O rio Formoso é conhecido mundialmente pelas suas águas cristalinas e ficou turvo durante as últimas chuvas devido ao agronegócio, o que tem preocupado ambientalistas.

Os conselhos foram criados para contribuir com a implantação e implementação de ações voltadas à gestão das unidades de conservação. O edital de convocação chama os interessados em participar dos conselhos para a definição de representantes. Cada conselho será formado por dois representantes do turismo, um representante de organização não governamental que atue na conservação da natureza em Bonito, um representante da população e um representante da comunidade científica.

A data para a reunião está marcada para o dia 7 de maio e acontece na Sala de Reuniões da Prefeitura de Bonito, na avenida Pilad Rebuá, 1780, Centro. O conselho para a Gruta do Lago Azul acontece das 13h30 às 15h e para o rio Formoso está marcado para o horário das 15h às 16h30.

Rio Formoso

Foto: WhatsApp Midiamax

Vale ressaltar que a turbidez das águas do rio Formoso preocupa, ainda mais com a repercussão nacional. No início do mês, o governador Reinaldo Azambuja (PSDB) afirmou que o Governo estuda tornar toda aquela região em APP (Área de Preservação Permanente), para que não haja mais exploração do solo no entorno das bacias.

O governador ainda afirmou que várias alternativas para preservação da região estão sendo tomadas, inclusive pensam em drenar as áreas alagas como fizeram no Pantanal e indenizar os proprietários de propriedades para tornar toda a região em APP. “Aquela região precisa de atenção. Uma das alternativas que estamos estudante é em tornar tudo em Áreas de Preservação Permanente, onde iriamos indenizar os produtores, para que o solo não fosse mais explorado e preservado”, pontuou.

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