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Gato adotado tem sintomas de sarna e moradora questiona atendimento do CCZ

CCZ informou que apenas garante a castração dos animais

Adotar um animal de estimação é uma das atitudes mais indicadas, pois os bichinhos abandonados precisam de um novo lar para recomeçar. A ideia de aumentar a ‘família’ de pets em casa acabou causando uma dor de cabeça para moradora de Campo Grande, que depois da adoção, percebeu que o gatinho apresentava sintomas de sarna.

Ao Jornal Midiamax, Elaine Cristina disse que no dia 19 de janeiro foi até o CCZ (Centro de Controle de Zoonoses) para adotar um felino. Ela conta que ficou com muita pena de um gato adulto que estava na gaiola, pois os outros moradores somente preferiam os filhotes.

“Ele estava todo carente querendo carinho e também estava bem magro. Enfim, trouxe para casa e percebi uma falha nos pelos em um local, mas achei que poderia ser briga com outro animal e que logo iria sarar”, disse Elaine. No entanto, os pelos continuaram caindo e então, ela decidiu retornar ao CCZ para procurar o diagnóstico de um veterinário.

No local, o gato foi atendido por uma veterinária de plantão no último sábado (9), porém, a moradora saiu insatisfeita. “Questionei ela que me doaram um animal doente e que eu tenho outros em casa que eu estava com medo de contamina-los, ela falou que não poderia diagnosticar ele se era sarna, mas, pediu para eu não deixar ele na cama por enquanto, pois relatei que o mesmo dormia na minha cama”, contou.

O animal recebeu uma dose de vermicida, mas não foi diagnosticado. “Aplicou a medicação, mas não me disse quanto tempo deveria ficar com o gato para fora e o perigo do contato com os outros animais da casa”. Por ser um animal adotado no CCZ, a moradora questionou a falta de realização de exames no bicho.

Posicionamento

A assessoria de imprensa da Sesau (Secretaria Municipal de Saúde) disse que os felinos disponibilizados para adoção no CCZ passam anteriormente por exames com veterinários para avaliar as condições de saúde.

“Não apresentando sinais ou sintomas de doenças, o felino é colocado para adoção. No ato da adoção, os novos tutores são orientados para procurarem um médico veterinário na clínica de confiança, a fim de que o animal seja reavaliado e havendo necessidade, realizar exames complementares. A SESAU ressalta que todos os animais colocados à adoção estão em bom estado de saúde, sendo garantido a eles a castração gratuita na idade adequada de cada animal”, diz em nota.

Sesau ainda afirma que demais atendimentos não são de atribuições do CCZ. Antes de sair para adoção,os animais são animal é vacinados, vermifugados e recebe microchip.

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