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Festival de Ciência é realizado em Campo Grande pelo segundo ano consecutivo

Entrada é gratuita e não precisa se inscrever

De 20 a 22 de maio, é realizado em Campo Grande – segundo ano consecutivo – e em Aquidauana – pela primeira vez – o festival internacional de divulgação cientifica Pint of Science, com organização da UFMS (Universidade Federal de Mato Grosso do Sul).

De acordo com as informações, os pesquisadores se reunirão em bares das duas cidades para bater papo com o público, esclarecer dúvidas e apresentar as últimas descobertas em áreas do conhecimento.

Na Capital os temas do festival são “Futuro das tradições nos museus de ciências”, “alternativas sustentáveis para o controle de doenças”, “Inteligente ou adaptativo, seu lar é onde você está! Inovação ou mobilidade, qual é a sua? ”, “Tuberculose atrás das grades”, “Práticas e saberes das mentes” e “Barragem em MS, Contaminação e Saúde Humana”.

Participam do evento pesquisadores da UFMS e de outras instituições de ensino e pesquisa, com coordenação da professora Ana Paula da Costa Marques, do Inbio (Instituto de Biociências da UFMS).

Em Aquidauana, a 140 quilômetros de Campo Grande, os debates são sobre os temas “A homeopatia me curou e outros contos de fadas para adultos”, “Os nomes para a mandioca no Centro-Oeste: como pedir esse aperitivo (e ser compreendido)? ”, “Cidades Inteligentes e Sustentáveis”, “Fungos na cerveja: Um casamento perfeito?”, “Diversidade genética de peixes do pantanal, conhecer para conservar. Estratégias para manutenção dos estoques pesqueiros” e “Corrupção X Estratégia Política: Como agem as empresas? ”. A coordenação é por conta do professor Leandro Bezerra de Lima, do CPAQ (Campus de Aquidauana).

Haverá ainda discussões sobre os temas:  “Detergentes Naturais para Combater Doenças Transmitidas por Aedes aegypti”, pesquisa premiada na Alemanha, e Maria Rita Marques, do Inbio, com o tema “Controle Biológico de Fungos Causadores de Doenças em Plantas”.

Pinto f Science

O Pint of Science nasceu em 2013, através de pesquisadores da Inglaterra, e se expandiu graças a uma rede de voluntários. Neste ano, 24 países promoverão o evento de forma simultânea. No Brasil, o festival foi realizado pela primeira vez em 2015, e neste ano acontece em 85 municípios.

Em 2018, o festival foi realizado pela primeira vez em Campo Grande, e a edição contou com a presença dos pesquisadores Livia Cordeiro, José Sabino e Paulo Cançado, referências nas áreas de ecossistemas subterrâneos, comportamento animal e doenças infecciosas animais e zoonoses, e o debate sobre como vencer a guerra contra as bactérias resistentes aos antibióticos.

A programação completa está disponível no site e não há necessidade de inscrição. A entrada é gratuita – paga-se apenas o que for consumido nos estabelecimentos – e não há emissão de certificado

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