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Deputados pedem audiência pública para Energisa explicar aumentos na conta de energia

Deputado ressaltou que a ALMS tem a responsabilidade por ter concedido o serviço à iniciativa privada

Em sessão na Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul nesta terça-feira (5), alguns deputados estaduais sugeriram a realização de audiência pública e reunião com a diretoria da Energisa para questionar sobre os aumentos na cobrança de energia elétrica. O assunto, que tem dado o que falar desde o início do mês e tem revoltado os consumidores, foi citado pelos deputados Barbosinha (DEM), Pedro Kemp (PT) e Marçal Filho (PSDB).

O deputado Barbosinha pediu a realização de audiência pública no dia 12 de março para ouvir as explicações da concessionária de energia sobre o que ocasionou o aumento expressivo nas contas. Ele também pede que a Energisa justifique na audiência sobre como é composta a tarifa de energia, para que possa ‘fazer os direcionamentos necessários aos órgãos competentes’.

Já o deputado Pedro Kemp pede uma reunião com a diretoria executiva da Energisa no dia 18 de fevereiro. Kemp pede que a empresa explica os aumentos abusivos na tarifa entre os meses de dezembro e fevereiro. Ele afirma que mesmo no recesso recebeu inúmeras denúncias sobre a cobrança e acha conveniente a presença da direção da concessionária.

Marçal Filho citou a Câmara Municipal de Fátima do Sul, a 237 km da Capital, como exemplo. O deputado afirma que durante o recesso, a Câmara teve um aumento na fatura de energia. Ele argumenta que, mesmo com poucos servidores, a tarifa foi bem maior do que a que foi cobrada em dezembro. Marçal Filho ainda cobrou que os colegas pressionem a concessionárias para explicações. “Foi a Assembleia Legislativa que entregou serviço à iniciativa privada, portanto, a responsabilidade de cobrar explicações é nossa”, afirmou.

O deputado Barbosinha também disse que irá cobrar da Energia explicações sobre a tarifa social. Ele pede informações sobre quais os procedimentos para a inclusão de beneficiários e quais os critérios para definir quem pode receber. Além disso, ele pede dados de quantas famílias estão cadastradas em Mato Grosso do Sul.

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