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Susto: Durante passeio escolar, estrutura cede e universitários caem em pesqueiro

Grupo de 14 pessoas foi até o local observar o rio e bater fotos

Alunos do curso de Turismo, da UFMS (Universidade Federal de Mato Grosso do Sul) de Aquidauana, levaram um susto durante visita técnica, na tarde desta quarta-feira (4), em um pesqueiro da região. Enquanto passavam por uma passarela para bater fotos, a estrutura cedeu e o grupo de 14 pessoas caiu no rio.

Um dos universitários contou ao Jornal Midiamax que 13 alunos e uma professora foram até o pesqueiro, em visita pela disciplina de Meios de Hospedagem |, para observar o local e bater fotos. O jovem, de 25 anos, relatou que o grupo foi acompanhado durante todo o passeio pelo caseiro do estabelecimento.

Estudantes minutos antes do acidente

Em determinado momento, ainda de acordo com o acadêmico, os alunos decidiram subir na passarela e acabaram caindo quando a estrutura desmoronou nas águas.

“A professora que nos acompanhou não nos deu instruções se poderíamos prosseguir ou não, mas o caseiro passou confiança de que aguentaria tantas pessoas. O ruim é que na passarela não havia uma placa com informação dizendo o número total de pessoas que a estrutura poderia suportar.”

Com a queda, alguns jovens sofreram arranhões e uma garota teria perdido o celular nas águas. Após o passeio frustrado, os alunos embarcaram no ônibus da Universidade e voltaram para o campus.

Piracema

Carlos Sato, proprietário do pesqueiro, contou que não estava no local na hora da visitação, mas autorizou o grupo a fazer o passeio e lamentou o ocorrido. Sato ressaltou ainda que, devido ao período de Piracema, o estabelecimento estava fechado, mas a professora insistiu que os acadêmicos iriam até lá apenas para observar e bater foto, sem usar a estrutura do local.

“Estamos fechados e por isso não tinha placa de informação. Aproveitamos o período da Piracema para fazer manutenção no local e a passarela estava fechada, mas mesmo assim eles passaram.”

Questionado sobre a garantia dada pelo caseiro, o proprietário disse que o funcionário “é novo e só tem 10 dias que trabalha no pesqueiro.”

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