Taxistas se reúnem para decidir se também param contra preço do combustível

Sindicato discute possibilidade de paralisação nesta quinta-feira

A greve dos caminhoneiros entra em seu 4° dia consecutivo e conta com o apoio de outras categorias de trabalhadores do transporte em Mato Grosso do Sul. Entre as categorias do transporte, os taxistas apoiam a greve contra a alta do preço dos combustíveis e discutem adesão para os próximos dias.

O Sintaxi -MS (Sindicato dos Taxistas do Estado de MS) discute na manhã desta quinta-feira (25) a possibilidade de adesão à greve contra a alta dos preços dos combustíveis. De acordo com o presidente do sindicato, Bernando Quartin, a categoria apoia os caminhoneiros e a possibilidade de greve é cogitada como forma de ‘engrossar’ o movimento dos motoristas de caminhão e também como uma consequência da falta de combustível nos postos.

“Nos foi pedido apoio e vamos ajudar. A nossa paralisação é natural, caso as coisas continuem como estão. A alta do preço dos combustíveis reduz o nosso lucro, é toda uma cadeia de pessoas afetadas, principalmente nós que trabalhamos com o transporte. Além disso, nem temos como trabalhar se o combustível não chegar às bombas”, afirma o presidente Bernardo Quartin.

Segundo o presidente do Sindicam-MS (Sindicato dos Caminhoneiros de Mato Grosso do Sul), Roberto Sinai, o apoio de outras categorias é essencial para que os caminhoneiros se mantenham em greve. “A tendência é que todos os seguimentos se juntem a nós porque não é uma reivindicação apenas dos caminhoneiros, o preço dos combustíveis afeta todo mundo”, afirma. Os caminhoneiros pedem apoio com suprimentos, como água, alimentos e produtos de higiene.

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