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Prova de vida: perdeu o prazo? Confira o que fazer para recuperar benefício do INSS

25 mil pessoas em MS ainda não tinham feito comprovação

O INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) divulgou procedimento para os aposentados, pensionistas e outros beneficiários que não fizeram a comprovação de vida em 2017. O prazo, que teria se encerrado em dezembro do ano passado, foi prorrogado até a última quarta-feira (28) e até nesta data, haviam 25 mil aposentados em Mato Grosso do Sul que não tinham comparecido ao banco para realizar procedimento.

Conforme o INSS, o mais importante é ir imediatamente até uma agência bancária para regularizar a situação e reativar o pagamento, pois com o prazo encerrado, o benefício é suspenso e, após um certo período, é então cancelado.

A comprovação de existências dos beneficiários continuará acontecendo normalmente ao longo do ano para o período de 2018. “. Esse prazo final, foi realizado com o propósito de convocar todos aqueles que não fizeram a Prova de Vida há mais de um ano”, esclareceu a instituição.

Cada agência bancária trata a data de comprovação de vida de maneira diferente. Existem bancos que utilizam o mês de aniversário do aposentado ou pensionista outras convocam o beneficiário um mês antes do vencimento da última prova de vida realizada.

As pessoas beneficiárias devem comprovar vida anualmente, destacou o INSS. Os dados referentes de quantos beneficiários não fizeram a prova de vida ainda não foi divulgado.

O que é a Prova de Vida?

A Comprovação de Vida, também conhecida como Renovação de Senha ou, ainda, Fé de Vida, é um procedimento obrigatório e visa a dar mais segurança ao cidadão e ao Estado brasileiro, evitando pagamentos indevidos de benefícios.

O procedimento é obrigatório para todos os beneficiários do INSS que recebem seus pagamentos por meio de conta corrente, conta poupança ou cartão magnético, inclusive para aqueles que recebem benefícios assistenciais.

No ano passado, 112.729 benefícios foram suspensos ou encerrados, gerando uma economia de R$ 1,2 bilhões de reais aos cofres do país.

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