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MS teve o 2º maior aumento no número de nascimentos registrados em 2017

Em dez anos, o número de óbitos por causas externas diminuiu em MS

Em 2017, Mato Grosso do Sul apresentou um dos maiores aumentos no número de nascimentos registrados no Brasil (6,3%), ficando atrás somente de Tocantins, que teve um aumento de 9%. A média nacional foi de 2,6%.

Tanto em Mato Grosso do Sul como em Campo Grande, o número de nascidos vivos do sexo masculino foi maior que o número de nascidos do sexo feminino. No ano passado nasceram, em Mato Grosso do Sul, 24.702 meninos e 23.330 meninas.

Os dados fazem parte das Estatísticas do Registro Civil, divulgadas nesta quarta-feira (31), pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). A última pesquisa havia sido divulgada pelo IBGE em 2016.

Com relação à idade da mãe na data do parto, mais de 50% dos nascimentos registrados em 2017 concentravam-se na faixa etária de 20 a 29 anos de idade. Os meses de maio (4.330) e março (4.221) apresentaram o maior número de registros de nascimento em 2017, respectivamente

Casamentos homoafetivos

Casamentos entre mulheres tiveram aumento (Foto: pixabay)

Em Mato Grosso do Sul, o número de casamentos registrados diminuiu 4,6%: Foram 17.447 casamentos (2016) e 16.650 casamentos (2017). No entanto, o número de casamentos registrados entre cônjuges do mesmo sexo aumentou 10,4% com relação aos dados de 2016.

No ano de 2017, foram registradas 117 uniões homoafetivas, sendo 44 casamentos entre cônjuges masculinos e 73 entre cônjuges femininos. No ano anterior, foram 106 uniões no total.

MS tem a 5ª maior taxa de nupcialidade legal

A taxa de nupcialidade legal dá uma dimensão do número de registros de casamentos em relação à população em idade de casar, ou seja, de 15 anos ou mais de idade, permitindo a comparação entre os estados.

No Brasil, para cada 1.000 habitantes em idade de casar, em média, 6,6 pessoas se uniram por meio do casamento legal em 2017. Já em MS, para cada 1.000 habitantes em idade de casar, 7,96 uniram-se por meio do casamento legal em 2017. É a 5ª maior taxa de nupcialidade legal do país.

Redução no número de óbitos

No Brasil, a sobremortalidade masculina por causas não naturais (homicídios, suicídios, acidentes de trânsito, afogamentos, quedas acidentais) no grupo de 20 a 24 anos foi, em 2017, de 11 vezes. Isto significa que a chance de um homem com idade entre 20 e 24 anos falecer por causas não naturais era 11 vezes maior que a de uma mulher no mesmo grupo etário.

Mato Grosso do Sul registrou um total de 15.610 óbitos, sendo 14.246 mortes naturais e 1.358 mortes violentas. Em Campo Grande, esses números foram, respectivamente, 6.402 (óbitos); 6.010 (mortes naturais) e 392 (mortes não naturais). Quase 83% das mortes violentas registradas em MS ocorreram com pessoas do sexo masculino. Dentre as mortes de natureza violenta ocorrida com pessoas do sexo masculino, o grupo etário de 15 a 29 anos foi o que registrou os maiores números.

Em dez anos, o número de óbitos por causas externas aumentou em 17 estados. Mato Grosso do Sul está entre os tiveram quedas significativas: Paraná (-43,2%), Distrito Federal (-35%), São Paulo (-30,9%), Espírito Santo (-25,9%), Mato Grosso do Sul (-23,5%), Rio de Janeiro (-20,9%) e Rondônia (-19,3%).

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