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Meta da campanha contra febre aftosa em MS é imunizar 8 milhões de animais

Começou na última quinta-feira (1), a segunda etapa de vacinação contra a febre aftosa em Mato Grosso do Sul e a meta é vacinar cerca de oito milhões de bovinos e bubalinos com até 24 meses de idade nas regiões do Planalto e de Fronteira e na região do Pantanal, de mamando a caducando, para os produtores que optaram pela vacinação somente em novembro.

As vacinas devem ser adquiridas e aplicadas entre os dias 1º e 30 deste mês, nas regiões de fronteira e planalto, e o registro deve ser realizado até dia 15 de dezembro. Na região do Pantanal, as vacinas devem ser aplicadas até 15 de dezembro e o registro deve ser realizado até dia 30 de dezembro.

Nas três regiões, o registro da vacinação deve ser realizado diretamente pelo produtor no site da Iagro, ou em casos específicos, e a critério da agência, em seus escritórios locais.

O diretor-presidente da Iagro, Luciano Chiochetta, observa que nas três regiões, os animais destinados ao abate poderão transitar sem a vacinação da etapa vigente até o registro da CT-13 da propriedade, após este prazo todos deverão estar vacinados. Para mais esclarecimentos, a agência dispõe do Disk Aftosa: 0800 67 9120.

Programa Nacional de Erradicação e Prevenção da Febre Aftosa (PNEFA)

Mato Grosso do Sul, que tem se mantido entre os três estados com melhor percentual de cobertura vacinal do País, e é destaque em todo País pela excelência do serviço oficial de defesa agropecuária, vem trabalhando com afinco na agenda do Programa Nacional de Erradicação e Prevenção da Febre Aftosa (PNEFA) que prevê a retirada definitiva da vacinação até 2023. O programa está alinhado com o Código Sanitário para os Animais Terrestres, da Organização Mundial de Saúde Animal (OIE), e as diretrizes do Programa Hemisférico de Erradicação da Febre Aftosa (Phefa), em prol também da erradicação da doença na América do Sul.

Blocos

Para execução do Plano Estratégico de Erradicação e Prevenção da Febre Aftosa (Pnefa) os Estados foram divididos em cinco blocos pecuários para que seja feita a transição de área livre da aftosa com vacinação para sem vacinação. Integram o Bloco I, Acre e Rondônia; o Bloco II: Amazonas, Amapá, Pará e Roraima; o Bloco III: Alagoas, Ceará, Maranhão, Paraíba, Pernambuco, Piauí e Rio Grande do Norte; Bloco IV: Bahia, Distrito Federal, Espírito Santo, Goiás, Minas Gerais, Rio de Janeiro, São Paulo, Sergipe e Tocantins, e; Bloco V: Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Paraná, Rio Grande do Sul e Santa Catarina.

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