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Empresa terá um ano para concluir terminal intermodal em Campo Grande

Obra começou em 2008 e já teve investimento de R$ 23,2 milhões

A Solução Engenharia Ltda, empreiteira vencedora da concorrência pública, terá um ano para concluir as obras complementares, para entrega do terminal intermodal, construído há seis anos às margens do macroanel viário, entre as saídas de Sidrolândia e São Paulo.

A ordem de serviço será assinada este ano, com previsão das obras começarem no início de 2019. Nesta terça-feira (27), foi publicado no Diário Oficial o extrato do contrato.

Esta é a segunda obra viabilizada com recursos do Ministério dos Transportes que a atual gestão consegue destravar. A outra foi a última etapa do macroanel rodoviário, ligação entre as saídas de Cuiabá e Rochedo, com previsão de entrega nos próximos 90 dias, se as condições climáticas ajudarem.

Segundo o secretário de Infraestrutura e Serviços Públicos, Rudi Fiorese, foi necessário um trabalho de articulação junto ao Ministério dos Transportes em Brasília, com ajuste de planilha e reprogramação orçamentária no DNITT, para evitar a perda do saldo do convênio e devolução do dinheiro.

Obra tem 10 anos

A obra começou em 2008 e já teve investimento de R$ 23,2 milhões, recursos de um convênio firmado com o DNIT e contrapartida do município. Nesta última etapa, serão implantados 2,5 quilômetros de rede água; 5,2 quilômetros de rede de esgoto, estação elevatória de esgoto, ativação de um poço, iluminação pública interna , conclusão de trechos de meios-fios, sinalização, recuperação do pavimento; drenagem.

A estrutura de logística foi planejada para ocupar a área de 65 hectares, as margens do anel rodoviário, entre as saídas para São Paulo, Sidrolândia e Corumbá. O Porto Seco foi entregue em 2012, por 30 anos, em regime de concessão onerosa, para a administração do consórcio empresarial Park X, que venceu o processo de licitação. A partir do terceiro ano de funcionamento do terminal, o consórcio pagará à Prefeitura o valor de R$ 80 mil, com correção anual.

O consórcio Park X, integrado pela JBENS Participações Ltda (empresa líder) e Cotia Armazéns Gerais, prevê investimento de até R$ 200 milhões na instalação de terminais de cargas, combustível e armazéns.

Um estudo encomendado pelo grupo projeta a movimentação anual de até 2.200 milhões de toneladas, quando tudo estiver funcionando como porto seco. Esta autorização depende de um estabelecimento alfandegário da Receita Federal, por onde seriam processadas exportações e importações.

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