Aumento no nível do Rio Taquari deixa 380 famílias de sobreaviso em Coxim

Defesa Civil monitora situação no município

O nível do Rio Taquari chegou a 5,2 metros por causa das chuvas fortes durante a madrugada desta quarta-feira (10) no município de Coxim, a 253 quilômetros ao norte de Campo Grande. A Defesa Civil monitora a situação e 380 famílias ribeirinhas podem ter de deixar suas casas caso as águas voltem a subir.

“A situação é estável e nós estamos monitorando”, explica o coordenador estadual da Defesa Civil, Coronel Isaías Ferreira Bittencourt. Segundo ele, 380 famílias ribeirinhas estão cadastradas e poderão ser retiradas caso o nível do rio suba novamente.

Uma família que mora à beira do rio foi levada por precaução para um abrigo, no salão paroquial. Outras duas também acionaram a Defesa Civil, mas acabaram optando por permanecer em suas casas com o fim da chuva.

“Nós nos preocupamos muito quando o rio chega a essa marca. Quem conhece Coxim sabe que o rio tem uma natureza peculiar. Em alguns trechos, atinge mais pessoas, em outros menos. Mas o fato é que 5,20 metros já é uma situação bastante preocupante. Para se ter uma noção, no início de 2016, final de 2015, o rio ultrapassou a marca de 5,30 metros e, àquela época, várias famílias tiveram que ser desalojadas”, afirma Aluízio São José, prefeito de Coxim.

Entretanto, o gestor municipal constatou que o nível do rio já baixou desde a madrugada e que espera que o rio volte ao seu nível normal, sem maior prejuízo. “Hoje pela manhã, nós já registramos uma diminuição do volume de água, que está em 5,10 metros agora, o que significa que o rio baixou”, afirmou.

O prefeito disse ainda que a Prefeitura está fazendo um levantamento dos prejuízos causados em algumas ruas com alagamentos e enxurradas.

Aquidauana

O coordenador estadual da Defesa Civil, Coronel Isaías Ferreira Bittencourt, informou que também está acompanhando a situação em Aquidauana – a 139 quilômetros da Capital. “A situação no município está estável e em alerta. A Defesa Civil está mobilizada e acompanhando o nível do rio Miranda”, afirmou.

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