‘Fim das desculpas’: com dia mais longo, movimento triplica em praças esportivas

Horário de verão tem agradado quem pratica exercícios 

Odiado por boa parcela dos brasileiros, o ganha tom de harmonia com a prática exercícios físicos em Campo Grande. Já na primeira semana em que o novo entrou em vigor, o fluxo de pessoas  dobrou na Praça Esportiva Belmar Fidalgo, conforme relato de frequentadores.

Basta o sol baixar, lá por volta das 17h40, para praças, parques e ciclovias de Campo Grande serem tomadas por pessoas fazendo caminhada, corrida e até pedalando.

“É muito melhor porque as pessoas ficam mais dispostas. Sair do serviço e ver que ainda está claro dá ânimo para praticar exercícios, além disso, a gente sai daqui e o dia ainda está começando a escurecer”, afirma a estudante Aline Siqueira, de 31 anos.

Frequentadora assídua do espaço, Aline revela que é notório o aumento no número de pessoas no Belmar Fidalgo neste período. “Aumentou muito. Com a claridade não tem como inventar desculpas para não se exercitar”, relata.

Quem também se diz contente com a nova realidade é a aposentada Belta Alves, de 66 anos. De acordo com ela, o rendimento na maratona de exercícios é outro nesse período do ano. “É ótimo, a gente fica mais animado”, explica.

Mudanças

Para se adequar à nova realidade, ajustes foram feitos na programação de exercícios oferecidos na praça de esportes. As aulas de pilates, por exemplo, que antes aconteciam às 17h30, agora são realizadas a partir das 18h15. “A alteração foi preciso por conta do calor, mas como ainda está claro, os alunos não se incomodaram porque eles podem sair do trabalho e vir se exercitar”, conta.

Ao todo, 5 professores se revezam em aulas de pilates, capoeira, corrida, caminhada, ritmos, entre outras.

Horário de verão

O começou às 0h deste domingo, dia 15. Os brasileiros de Mato Grosso do Sul e mais novos estados adiantaram o relógio em uma hora e a medida vigora até dia 19 de fevereiro de 2018.

A justificativa para a adoção da medida ano após ano é o aproveitamento do maior período de luz solar para economizar energia elétrica. Em 2013, o país economizou R$ 405 milhões, ou 2.565 megawatts (MW), com a adoção do . No ano seguinte, essa economia baixou para R$ 278 milhões (2.035 MW) e, em 2015 caiu ainda mais, para R$ 162 milhões. Em 2016, o valor economizado com baixou novamente, para R$147,5 milhões.

 

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