Defensoria Pública apura reclamações de criadouros de Aedes aegypti na Capital

Terrenos baldios, falta de coleta e piscinas sujas foram denunciadas

A Defensoria Pública-Geral de Mato Grosso do Sul irá investigar, em três procedimentos para apurações preliminares, irregularidades sanitárias denunciadas sobre espaços da Capital, como imóveis com piscinas, terrenos baldios e locais onde não há coleta e depósito de lixo. Os problemas estariam propiciando a proliferação dos criadouros do mosquito da dengue.

A instauração das apurações foi publicada no Diário Oficial do Estado desta quarta-feira (20). Em uma das denúncias, a Defensoria apura reclamações acerca da existência de piscinas sem tratamento em imóveis desocupados à venda ou à locação, mas sem especificar a localização ou quem seriam as imobiliárias donas dos imóveis.

Em outra denúncia na Vila Dedé, moradores relataram que na esquina entre a rua Marcílio Cardoso com a rua Santa Gertrudes, o lixo vem acumulando e a água empossada estaria tomando conta. Também denunciaram que naquela região haveriam inúmeras casas e terrenos abandonados servindo de foco do mosquito Aedes aegypti.

A terceira denúncia trata de uma apuração para averiguar reclamações presidentes das associações de moradores dos bairros de Campo Grande, sobre a inexistência de pontos de depósito dos lixos que não são recolhidos pela Solurb, concessionária dos serviços de limpeza urbana da Capital. Móveis quebrados, entulhos, restos de limpeza, acumulam frequentemente nos bairros sem que a concessionária disponha de pontos de coleta dos resíduos dispensados irregularmente.

Os procedimentos para apurações preliminares devem ser concluídos em até 45 dias, podendo ser prorrogados por igual período. Caso as irregularidades sejam constatadas, a Defensoria pode sugerir ações por parte de outros órgãos de Justiça e fiscalização.

(Sob supervisão de Evelin Araujo)

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