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Ministério volta atrás e recomenda que estados reservem 2ª dose da Coronavac

O Ministério da Saúde recomendou que os estados e municípios reservem a 2ª dose da Coronavac, para imunização contra o coronavírus.

Dândara Genelhú Publicado em 24/02/2021, às 14h34

CoronaVac, produzida no Instituto Butantan. (Foto: Divulgação/Instituto Butantan)
CoronaVac, produzida no Instituto Butantan. (Foto: Divulgação/Instituto Butantan) - CoronaVac, produzida no Instituto Butantan. (Foto: Divulgação/Instituto Butantan)

Nesta quarta-feira (24), o Ministério da Saúde recomendou que os estados e municípios reservem a segunda dose da Coronavac, para imunização contra o coronavírus. Anteriormente, o ministro, Eduardo Pazuello, havia informado que a pasta recomendava a aplicação de todas as unidades de vacinas já na primeira dose.

Assim, a recomendação seria para garantir mais amplitude na imunização. Entretanto, nos últimos dias houveram atrasos e desencontro de informações sobre o novo lote de vacinas. Apenas nesta quarta-feira (24), o Ministério definiu a quantidade de doses que deve enviar a cada Estado.

Então, para garantir a vacinação completa do público-alvo, a pasta voltou atrás na recomendação. Em Informe Técnico, foi aconselhado que as gestões reservem as D1 (Dose 1) e D2 (Dose 2) deste novo lote de Coronavac.

Lembrando que a Coronavac é o imunizante contra a Covid-19 produzido pelo Instituto Butantan em parceria com o laboratório Sinovac. O tempo de espera entre as doses é de duas a quatro semanas. Ou seja, a pessoa que receber a primeira dose, deve ser vacinada com o reforço em até um mês.

O Ministério destacou que “ainda não há um fluxo de produção regular da vacina”. Assim, “orienta-se que a D2 seja reservada para garantir que o esquema vacinal seja completado dentro desse período, evitando prejuízo nas ações de vacinação”.

Jornal Midiamax