Embaixada da China diz que avalia doações para ajudar hospitais de Manaus

A Embaixada da no Brasil confirmou que avalia formas de colaborar com o enfrentamento da crise em , cujo sistema de saúde entrou em colapso com a explosão de casos de covid-19. O estoque de oxigênio se esgotou em diversos hospitais e pacientes morreram por asfixia, segundo relato de médicos.

Em entrevista ao Estadão/Broadcast, o ministro-conselheiro Qu Yuhui, número dois na Embaixada da , disse que o país se solidariza com o Brasil e em particular com o povo amazonense. “Estamos avaliando de que forma podemos ajudar e contribuir para aliviar essa situação traumática”, afirmou.

Mais cedo, o ministro-conselheiro se reuniu com o vice-líder do PL na Câmara, Marcelo Ramos (AM). Segundo o parlamentar, a se dispôs a fazer uma doação financeira ao , e os detalhes finais devem ser discutidos neste sábado, 16. “O povo do receberá de bom grado qualquer doação. A vida do amazonense não tem ideologia”, disse Ramos ao Broadcast Político

Qu Yuhui disse que a distância entre Brasil e impede o envio de cilindros de oxigênio, uma vez que a situação em é emergencial e precisa de soluções céleres. Ele destacou ainda que o transporte de oxigênio demanda aviões especiais e a logística no é complexa, por isso ainda é preciso definir de que forma a ajuda poderá ser viabilizada.

“Espero que nos próximos dias possamos avançar por coisas concretas. Pode ser uma doação financeira ou outro tipo de ajuda Primeiro vamos saber quais são os meios viáveis para o e, depois, vamos mobilizar os setores público e privado da para ver o que podemos fazer. Se cada um juntar seu esforço, poderemos contribuir”, afirmou o ministro-conselheiro.

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