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Coronavírus: Damares lança concurso de ‘melhor máscara infantil’

Durante coletiva ministerial do Comitê de Crise do Novo Coronavírus, na tarde dessa quinta-feira (7), a ministra da Mulher, Família e Direitos Humanos, Damares Alves, anunciou que a pasta fará um concurso da melhor máscara infantil como uma das ações a ser tomada durante a pandemia. O prêmio? Uma viagem à Brasília e encontro com […]

Matheus Maderal Publicado em 08/05/2020, às 13h10

Foto: Reprodução/ Internet
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Durante coletiva ministerial do Comitê de Crise do Novo Coronavírus, na tarde dessa quinta-feira (7), a ministra da Mulher, Família e Direitos Humanos, Damares Alves, anunciou que a pasta fará um concurso da melhor máscara infantil como uma das ações a ser tomada durante a pandemia. O prêmio? Uma viagem à Brasília e encontro com a primeira-dama, Michelle Bolsonaro.

“A gente ainda tem encontrado uma resistência de crianças para usarem mascaras. Estamos lançando na próxima semana, na Secretaria da Criança, uma campanha em que as crianças vão produzir suas máscaras. As 50 mais interessantes serão premiadas, terá um comitê para avaliar, e as três melhores na semana do natal essas crianças virão a Brasília, tomar um café da tarde com a primeira-dama, e conhecer o Palácio”, detalhou Damares.

No encontro com outros chefes de pastas do Planalto, como Walter Braga Netto (Casa Civil), e Onyx Lorenzoni (Cidadania), a ministra fez questão de pedir que a imprensa destacasse suas máscaras com temas infantis. “Com certeza todos me viram com a máscara da Mulher-Aranha hoje. Gostaria de contar com a colaboração da imprensa para a divulgação das nossas mascaras para crianças. Já vim de Mulher-Maravilha e hoje vim de Mulher-Aranha”.

Sem-teto

Sobre as ações de sua pasta para aliviar a situação dos brasileiros durante a pandemia, Damares afirmou que o ministério tem focado suas ações no acolhimento da população em situação de rua.

Damares afirmou que o governo não tem contabilizado quantos moradores de rua já contraíram o novo coronavírus, mas disse que “não são muitos” porque não recebem contatos físicos como abraços ou apertos de mão.

“Neste momento, o que vocês estão fazendo? Acolhendo maior numero possível de moradores de rua. Quantos moradores de rua estão contaminados? Não temos os dados. São muitos? Não. Por que não são muitos ainda? Ninguém pega na mão deles, ninguém abraça moradores de rua”, finalizou a ministra.

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