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Homem que matou capoeirista por defender o PT diz que está arrependido

A vítima estava em um bar, discordou politicamente e foi assassinado

O homem que assassinou o mestre de capoeira e compositor Romualdo Rosário da Costa, 63 anos, foi preso nesta segunda-feira (08). O suspeito relatou que o motivo do crime foi uma desavença política.

De acordo com o portal IBahia, o suspeito também afirmou à polícia que está arrependido do crime e que pediu desculpas para a família da vítima.

No Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), o suspeito ainda afirmou que foi xingado no local e que consumia bebida alcoólica desde o início da manhã de domingo (07).

O caso

O mestre de capoeira Romualdo Rosário da Costa, conhecido como Moa do Katendê, de 63 anos, foi morto com 12 facadas nas costas na madrugada desta segunda-feira, após dizer que tinha votado no candidato do PT à Presidência, Fernando Haddad.

Ao Jornal Extra, a assessoria de imprensa da Secretaria da Segurança Pública do Estado da Bahia (SSP-BA) informou que o autor do crime teria começado a discussão após manifestar apoio a Jair Bolsonaro (PSL). Outro homem tentou defender a vítima também acabou ferido.

Ainda segundo o jornal Extra, o mestre de capoeira estava em um bar no bairro Engenho Velho de Brotas por volta das 2h40 desta segunda-feira.

A SPP-BA informou que o suspeito chegou ao local gritando o nome de Bolsoraro. A vítima teria, então, dito que ali as pessoas preferiam o PT. Irritado, o autor partiu para cima do mestre de capoeira.

A perícia analisou o corpo da vítima e constatou que foram desferidas 12 facadas na região das costas.

 

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