[ BASTIDORES ] Intervenção, indústria da multa e corte de gastos

Sem microfone

O evento intitulado como Dia D, na campanha do agasalho onde servidores estaduais fazem a doação de cobertores e roupas de frio, realizado na Governadoria, a primeira-dama, Fátima Azambuja, reclamou que não tinha microfone para falar aos presentes.

Corte de gastos

Carlos Alberto Assis, chefe de gabinete de Reinaldo Azambuja, brincou dizendo que a Segov (Secretaria de Governo) está contendo gastos.

Fala alto

A primeira-dama brincou dizendo que sempre fala alto e isso a ajudaria no momento.

Agenda lotada

Câmara de Dourados não consegue esvaziar pauta de cassações. Na segunda-feira (20), antes da sessão para votar mandato de 4ª preso, nova denúncia deu entrada e poderá dar início a mais uma investigação.

Indústria da multa

No interior do Estado, há reclamação sobre rigor do TCE por aplicar multas por questões técnicas como atraso no envio de documentos.

Intervenção

Há gestor acreditando inclusive que Assomasul irá intervir em favor dos prefeitos, que estariam com dificuldade para manter suas licitações na linha.

Boa dica

Juiz que anulou decreto regulamentando transporte via apps deu a ‘deixa’ na decisão informando que assunto poderia ser regulado por lei municipal.

Quase idênticos

A Prefeitura da Capital entendeu o recado e manteve praticamente o mesmo texto, desta vez por meio de projeto de lei que agora passará pelo crivo da Câmara.

Busca por entendimento

Denúncias contra promotores de Justiça levaram Conselho Nacional a lançar ampla discussão sobre a liberdade de expressão dos integrantes do Ministério Público.

Tira-teima

Movimento de domingo promete ser fiel da balança sobre aceitação do presidente Jair Bolsonaro. Aliados apostam na ida dos eleitores às ruas, enquanto oposição espera primeira derrota pública.

Não pode fazer greve

Deputado estadual criticou o fato de a Justiça ter determinado que 2/3 dos trabalhadores administrativos da educação retornassem ao trabalho. Para ele, o fato da maioria ter que voltar a sua carga horária normal tira todo o peso da mobilização. “Não tem aumento e não pode nem fazer greve”.

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