Parlamentares eleitos de MS vão à China conhecer sistema de reconhecimento facial

Bancada do PSL no Congresso quer que as forças de segurança implantem sistema de reconhecimento facial em locais públicos para auxiliar no combate ao crime e captura de suspeitos ou foragidos. Os parlamentares pretendem apresentar Projeto de Lei que obriga a implantação do sistema, usado na China. Grupo de congressistas, entre eles a senadora eleita, […]

Maisse Cunha Publicado em 16/01/2019, às 08h10 - Atualizado às 17h03

(Foto: Reprodução/acervo pessoal) - (Foto: Reprodução/acervo pessoal)
Ferramenta deve auxiliar forças de segurança

Bancada do PSL no Congresso quer que as forças de segurança implantem sistema de reconhecimento facial em locais públicos para auxiliar no combate ao crime e captura de suspeitos ou foragidos. Os parlamentares pretendem apresentar Projeto de Lei que obriga a implantação do sistema, usado na China.

Grupo de congressistas, entre eles a senadora eleita, Soraya Thronicke, e o deputado federal Tio Trutis, embarcou rumo à China nesta terça-feira (15) para conhecer as instalações do quartel-general onde o sistema é operado e também empresas que dominam a tecnologia, em busca de parceria.

O projeto, segundo o UOL, prevê o Rio de Janeiro como a primeira capital a receber a ferramenta, que consiste em câmeras especiais, usadas por policiais, estações de trem, metrô, vias públicas, aeroportos, ou mesmo em regiões estratégicas dominadas por criminosos. O custo da importação não foi divulgado.

A ferramenta permite associar gênero, idade, veículo utilizado, rotas mais frequentes, parentesco, pessoas mais próximas, informações fiscais e profissionais. A china conta com 170 milhões de câmeras como essas e outras 400 mil ainda devem ser instaladas, segundo o governo.

A comitiva de 20 políticos, entre correligionários e aliados do presidente Jair Bolsonaro (PSL), foi convidada pelo governo chinês, com todas as despesas pagas. A viagem acontece meses depois de Bolsonaro criticar investimentos chineses no Brasil, vistos como risco comercial, já que o país é o nosso maior comprador no mercado externo.

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