Brasil deve receber mais 10 milhões de doses da vacina de Oxford até final de fevereiro

A informação foi dada pelo diretor do Instituto Serum, na Índia.

O diretor do Instituto Serum afirmou que mais 10 milhões de doses da vacina contra o novo coronavírus desenvolvida pela Universidade de Oxford em parceria com a AstraZeneca. A negociação está sendo feita com a Fiocruz (Fundação Oswaldo Cruz) e o Instituto Serum, na Índia.

A informação foi confirmada para CNN por Suresj Jadhav, diretor do Instituto Serum, segundo ele, a prioridade da Índia são os países vizinhos e outros que ainda não tem acesso à vacina. A expectativa é que esta necessidade seja cumprida o mais rápido possível e assim o mais tardar, em fevereiro, enviar doses ao Brasil.

O diretor do instituto também informou que as negociações já estão em um estágio avançado e envolvem questões de distribuição e transporte. O pedido oficial foi feito semana passada, mas a Fiocruz já tinha interesse nessa parceria desde o começo do ano, para isso, mantém o contato com o departamento de exportação.

Vacina de Oxford em MS

As primeiras 22 mil doses desta vacina chegaram neste domingo (24), em Campo Grande, logo no começo da tarde. E a distribuição para todos os outros municípios estão acontecendo desde a madrugada desta segunda-feira (25) e deve terminar em 24 horas.

A distribuição das 22 mil doses da vacina contra a Covid-19 da Oxford/AstraZeneca começou às 5h desta segunda-feira (25) aos 79 municípios de Mato Grosso do Sul. A logística será a mesma aplicada quando da chegada da primeira remessa da CoronaVac, quando em 24h todas as cidades já haviam recebido a vacina. No total, o Estado já recebeu 180 mil doses do imunizante para o coronavírus.

O carregamento com 44 caixas da vacina AstraZeneca/Oxford, produzidas pelo laboratório indiano Serum, somando 22 mil doses, desembarcou no Aeroporto Internacional de Campo Grande na tarde de domingo (24). O secretário de Estado de Saúde, Geraldo Resende, acompanhou a chegada das doses.

Do aeroporto, a transportadora fez o transbordo até a CEVE (Coordenadoria Estadual de Vigilância Epidemiológica). De lá, as equipes da SES (Secretaria Estadual de Saúde), com apoio dos bombeiros, PM (Polícia Militar) e Polícia Civil iniciaram a distribuição a todas as regiões do Estado.

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