Midiamax
BUSCA: 
 Capa

 Últimas Notícias

 Pimenta no Reino

 Bastidores

 Transparência

 Política

 Polícia

 Emprego

 Tecnologia

 Esportes

 Geral

 Mundo

 Brasil

 Agronegócio

 Economia

 Cultura

 Cinema

 Entretenimento
Articulistas






Espaço do Leitor
Espaço do leitor
Blogs
 Alex Fraga

 Ana Cavalheiro

 Cozinha de Raízes

 Eugênia Amaral

 Falo Blogo Escrevo

 Festas e Eventos

 João Campos Online

 Papo de Pregão
 Fernando Soares
Mais Lidas
01 Polícia confirma prisão de chefe de gabinete por uso de máquina da Prefeitura em comitê

02 Suspeito de manter adolescente em cárcere diz que ela inventou a história por raiva

03 PM de folga surpreende ladrão durante furto à casa do vizinho onde estava adolescente

04 Após cotovelada, moradores de São Roque (SP) boicotam bar de Anderson Tingo Oliveira, que deixou jovem gravemente ferida

05 Dono vai testar esportivo importado na Afonso Pena e carro acaba apreendido

Acesso Fácil
Faça da Midiamax sua página inicial
Veja também Economia

19/09/2009 08:15

Federações se mobilizam contra criação da 'nova CPMF'

Aumentar texto Diminuir texto

João Prestes

As três mais fortes federações patronais do Estado, a Fiems (Federação das Indústrias de Mato Grosso do Sul), a Fecomércio (Federação do Comércio de Mato Grosso do Sul) e a Famasul (Federação da Agricultura e Pecuária de Mato Grosso do Sul) lançaram campanha “CPMF de Novo Não – Chega de Imposto”, a réplica de um movimento nacional contrário à aprovação da CSS (Contribuição Social à Saúde), com sistemática idêntica à antiga CPMF, porém com alíquota menor.

A CPMF (Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira) foi criada em 1993, no fim do primeiro governo de Fernando Henrique Cardoso (após sua reeleição, mas antes da posse para o segundo mandato), com o rótulo de que seria provisória e serviria para equilibrar as contas públicas em um momento de forte crise causada pela desvalorização do real. Ao invés de acabar, a CPMF teve aumento de alíquota, de 0,25% para 0,38% sobre saques de qualquer natureza na rede bancária. E só acabou em 2007, quando o Congresso rejeitou mais uma prorrogação.

Mas já está no mesmo Congresso Nacional projeto que recria o imposto, com alíquota bem mais modesta - 0,1% - e destinado exclusivamente para financiar a saúde pública. A classe política tem mostrado simpatia pela ideia, mas o empresariado se mobiliza contra. “Será mais uma despesa no orçamento do empresário e do trabalhador, porque, assim como a CPMF, será certamente transferida (o custo) para os preços dos produtos", avaliou o presidente da Fiems, Sérgio Longen.

Para o vice-presidente da Fecomércio, Edison Araújo, o problema é que a CSS termina por incidir sobre tudo, sobre produtos e serviços, afetando o consumidor de baixa renda. “Reconheço que a CSS, assim como a CPMF, é uma ferramenta que amplia a fiscalização e permite o monitoramento do fluxo de dinheiro das pessoas, sobretudo das que têm recursos aplicados no mercado financeiro, porém, ela abre a perspectiva de um novo tributo”, destacou.

“O fim da CPMF em 2007 representou a vitória da sociedade contra um dos tributos mais injustos do País. É no mínimo curioso que, após esse ano, diante do fim do tributo e do conseqüente esgotamento dessa fonte de recursos, o Governo não tenha tratado com a devida atenção a questão orçamentária", afirmou Edison Araújo.

O vice-presidente da Famasul, Eduardo Ridel, reforça que mais um tributo sobre o setor produtivo tira a competitividade do agronegócio sul-mato-grossense e brasileiro. “Nós acreditamos que a nossa campanha vai surtir efeito, pois é descabida e inoportuna a decisão do Governo Federal de retornar com esse imposto. A saúde pública não tem falta de recurso, mas falta de administração, o erro está no uso do recurso e não no volume de arrecadação”, disse.

11h34
Prazo para adesão ao Refis da Crise acaba nesta segunda
07h19
Arrecadação federal cai 1,6% e tem pior julho em quatro anos, diz Receita
19h19
Dólar sobe 0,5% ante real por tensões na Ucrânia e Fed
Entrevista
Especialistas advertem que prática de exercícios sem acompanhamento pode levar à morte