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JBS tem que encaminhar 4 mil notas fiscais de MS até quarta à CPI da Propina

Documentos serão analisados pela CPI

Mais de 4 mil notas fiscais referentes aos Tares (Termos de Acordo de Regime Especial) devem ser encaminhadas pelo Grupo JBS até esta quarta-feira (02) à CPI da Propina na Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul, segundo informou o presidente Paulo Correa (PR) nesta segunda-feira (1º).

O prazo dado pela Comissão vence nesta quarta. O governo de MS doou os incentivos e, em troca, a empresa JBS prometera expandir seus negócios e garantir postos de trabalho, segundo delação de um dos diretores do empreendimento.

A CPI

Criada para apurar o suposto esquema de pagamento de propina em troca de benefícios fiscais em Mato Grosso do Sul,

delatado pelos donos do Grupo JBS, a CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) das Irregularidades Fiscais e Tributárias do Estado de MS deve custar até R$ 180 mil aos cofres públicos.

O custo médio mensal da Comissão, segundo o presidente da chamada CPI da Propina, deputado Paulo Corrêa (PR), é de cerca de R$ 30 mil, e os trabalhos podem durar até 180 dias, ou seja, seis meses (120 dias prorrogáveis por mais 60).

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