Você está aqui

Falta de energia ‘derruba’ sistema do Estado e atrasa registro de crimes

Boletins estão sendo feitos a ‘mão’

Em sete dias o sistema Sigo (Sistema Integrado de Gestão Operacional) ficou fora do ar por três vezes, sendo a terceira neste domingo (16). O primeiro ‘apagão’ do sistema aconteceu na segunda-feira (10).

Já na quinta-feira (13), sistemas do Governo ficaram fora do par por aproximadamente 24 horas. Na quinta o apagão prejudicou a emissão de documentos e registro de ocorrências. Neste domingo (16), mais uma vez o sistema está fora do ar, além dos sites oficiais do Governo.

Por causa do ‘apagão’ boletins de ocorrência que ante eram feitos com rapidez chegam a demorar para a confecção até 40 minutos. Tudo está sendo feito no programa word dos computadores, o que dificulta o registro e a demora no atendimento a quem vai procurar as delegacias.

Em agosto de 2016, o sistema ficou fora do ar por falta da renovação do contrato da empresa com o governo de Mato Grosso do Sul. A época o dono da empresa que gerencia o sistema afirmou que não recebia a pelo menos um ano as mensalidades do contrato firmado. O contrato foi renovado em 24 de agosto de 2016 pelo valor de R$ 36 milhões anuais.

Em nota, a assessoria de imprensa do Estado informou técnicos já estão trabalhando para sanar o problema, causado por falta de energia elétrica. A expectativa é que dentro de 4 horas os serviços sejam reestabelecidos. As páginas do governo, secretarias e autarquias também estão fora do ar.

Sigo

Em operação no Estado desde 2006, o Sigo é um software disponibilizado por uma empresa terceirizada, utilizado pela Sejusp (Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública) para armazenar dados das ocorrências atendidas pela Polícia Civil, Polícia Militar, Corpo de Bombeiros e outras unidades de segurança do Estado tendo como objetivo dinamizar o atendimento à população. O Sigo substituiu o antigo modelo de registro de ocorrência manual.

 

Tópicos