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​Após suposta ameaça em frente a casa de diretor, Máxima pode fechar visitas

Frase deixada na calçada cita PCC

Paulo da Silva Godoy, diretor do Estabelecimento Penal Jair Ferreira de Carvalho, o Presídio de Segurança Máxima, foi ameaçado na noite desta quinta-feira (14) com um recado deixado na calçada de sua residência, em Campo Grande, supostamente por membros de uma facção criminosa.

Os dizeres, “Paulo PCC cuidado” foram deixados em frente à casa do diretor, e a mensagem foi encontrada por ele por volta das 22h de ontem. Nesta sexta-feira (15), uma reunião será feita no presídio com os servidores.

Segundo o presidente do Sinsap (Sindicato dos Servidores de Administração Penitenciária de Mato Grosso do Sul), André Luiz Santiago, os servidores terão todo o apoio do sindicato e se estuda a proposta de suspender as visitas neste fim de semana e também a cantina.

Indagada sobre a situação a assessoria de comunicação da Agepen (Agência de Administração do Sistema Penitenciário de Mato Grosso do Sul), informou que o serviço de inteligência de Agepen já está apurando o fato. Porém, nega a suspenção de visitas.

Paulo da Silva Godoy substituiu em abril deste ano João Bosco Correia que atuou por 9 anos no presídio. Paulo atuava na área de segurança e custódia e ingressou na agência em 1999 como contratado, se tornando servidor de carreira em 2001, por concurso público.

(Foto: Divulgação)

(Matéria editada às 15h para inclusão de informações)

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