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16/04/2014 08:51

RS: madrasta aplicou injeção letal em menino encontrado em saco, diz suposta cúmplice do crime

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R7/GA

Divulgação

Bernardo Uglione Boldrini, de 11 anos, encontrado morto dentro de um saco em um matagal de Frederico Westphalen, no interior do Rio Grande do Sul, na noite de segunda-feira (14), teria morrido com uma injeção letal. A informação foi passada à polícia por uma amiga do casal.

A delegada que investiga o caso, Caroline Bamberg Machado, afirma que o pai, a madrasta e essa amiga — todos presos preventivamente — estão envolvidos no crime. A criança estava sumida havia dez dias.

Caroline declarou durante uma entrevista coletiva, nesta terça-feira (15), que a amiga confessou participação no crime e afirmou que a madrasta, a enfermeira Graciele, de 32 anos aplicou a injeção na criança. Ainda de acordo com a delegada, a causa da morte ainda não está confirmada.

De acordo com a delegada, a amiga foi fundamental para que o corpo do menino fosse encontrado.

“Logo após a prisão do pai e da madrasta, nós não fizemos o interrogatório por conta do choque de todos com o caso. Depois, ao encontrar esta terceira pessoa, nós descobrimos outros detalhes do crime. Ela foi procurada e sensibilizada para falar. A partir disso, ela nos deu a localização do corpo do Bernardo.”

A delegada falou ainda que o crime "possivelmente foi premeditado".

Caroline disse que o caso corre em segredo de Justiça e não pode dar mais detalhes do crime, mas informou que o casal reagiu com frieza ao saber da morte do menino.

A polícia ainda não sabe o motivo do crime. A prisão preventiva dos suspeitos tem o prazo de 30 dias.

Bernardo Uglione Boldrini estava desaparecido desde o dia 4 de abril e foi encontrado enterrado dentro de um saco plástico.

Ele morava com o pai, a madrasta e uma meia-irmã, de um ano, em Três Passos, região nordeste do Rio Grande do Sul.

O pai de Bernardo, Leandro Boldrini, 38 anos, é médico e atua como cirurgião-geral no hospital do município. Ele também é proprietário da Clínica Cirúrgica Boldrini. A madrasta é enfermeira e trabalha na clínica.

No dia em que Bernardo sumiu, ele foi a Frederico Westphalen com a madrasta — que foi multada por excesso de velocidade em uma rodovia da região. Segundo a polícia, o menino estava dormindo no banco de trás do carro. A mulher teria ido à cidade comprar um televisor. O menino foi visto pela última vez em Três Passos, quando teria dito que ia passar o fim de semana na casa de um amigo.

O corpo de Bernardo será levado para Santa Maria, na região central do Estado, onde mora a avó materna. O enterro está previsto para a manhã desta quarta-feira (16).

Os três suspeitos, que estavam no presídio de Três Passos, foram encaminhados para outras penitenciárias por questões de segurança.

Quando o casal foi detido, uma multidão cercou a casa onde mora. A polícia teve de acalmar os vizinhos para retirar Leandro e Graciele da residência.

A avó materna da criança afirma que foi impedida de ver o neto por quatro anos, desde a morte da mãe. A polícia reabriu as investigações sobre a morte da mãe de Bernardo. O caso foi considerado suicídio na época. Mas, como Leandro e Graciele estavam no local, suspeita-se que pode ter ocorrido um homicídio.



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