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13/04/2014 11:38

Caso Erlon: Ato Público em Campo Grande discute inversão de valores

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Jucyllene Castilho

Luiz Alberto

Um dos temas debatidos no Ato Público realizado na manhã de hoje são as inversões de valor. A manifestação é para que o caso do empresário Erlon Peterson Pereira Bernal, de 32 anos, no morreu no 1º de abril não caia no esquecimento e que o poder legislativo olhe melhor pelas leis regulamentadas. 

“Queremos justiça, mas para isso temos que olhar os valores que estamos passando para os nossos filhos dentro de casa”, fala a prima de Erlon, Eveny Parrela. “Até quando mais inocentes vão continuar a morrer?”, questiona. 

Eveny se diz indignada com o descaso das famílias no dia de hoje. “Há uma inversão de valores, a morte está se tornando algo banal, a agressividade é algo fácil de ser vista e o amor pelo próximo está ficando cada vez mais distante. Quem é que está criando estas pessoas sem amor no coração? Estas pessoas que não tem compaixão pela família, que tira pais, filhos, amigos do seu meio por causa de coisas tão supérfluas?”, indaga. 

Os familiares de Erlon estão abalados com o fato de o empresário ter morrido de forma cruel, sem possibilidade de defesa por causa de um automóvel. O caso foi investigado pela Defurv (Delegacia Especializada de Furtos e Roubos de Veículos) e cinco pessoas foram apontadas como tendo ligação direta com o latrocínio – roubo seguido de morte. 

Os envolvidos são Thiago Henrique Ribeiro, de 21 anos, que trabalhava em uma fábrica de refrigerantes na saída para São Paulo, o pedreiro Jeferson dos Santos Souza, de 21 anos, Rafael Diogo, conhecido como “Tartaruga”, de 21 anos, que era empregado de uma lavanderia de hospital, e o funileiro Athaíde Pereira, de 50 anos. Além de uma adolescente de 17 anos, que teve a identificação preservada, conforme prevê o ECA (Estatuto da Criança e do Adolescente).

Comentários (2)

16/04/2014 16:45
Placida Barros
Infelizmente tem que haver pena de morte para estas mortes cruéis. Porque os bandidos são cruéis e sabem que a punição é pequena

13/04/2014 19:27
afonso roa
eu vejo falar que tinha uma menor, como que para votar ela pode, o rosto não pode mostrar, e o mecânico não sabia mas que mentira pois todos comentavam a noticia, sabe o que isto esta acontecendo se chama IMPUNIDADE, amanha estão todos soltos, para ir no aniversário dos parentes, porque é natal etc. mas o nome mesmo é IMPUNIDADE. Vergonhoso nosso país.

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