Midiamax
BUSCA: 
Editorial
TURISMO CADAVÉRICO
O prefeito de Bonito quer desbancar o saudoso personagem Odorico Paraguaçu. Mas a vida não imita a arte. Acorda desse pesadelo, Excelência!
Leia na íntegra
 Capa

 Últimas Notícias

 Pimenta no Reino

 Transparência

 Política

 Polícia

 Emprego

 Tecnologia

 Esportes

 Geral

 Mundo

 Brasil

 Agronegócio

 Economia

 Cultura

 Cinema

 Entretenimento
Articulistas



Blogs
 Fernando Soares
Mais Lidas
01 PMDB enfrenta nova crise com insatisfação de candidatos para Campo Grande

02 1 baleado: dupla que assaltava de Biz tenta 'dar perdido' em viatura do Choque e acaba presa

03 Após eleições, 10 cargos federais viram alvo de políticos em Mato Grosso do Sul

04 Professores não farão greve porque 'são inteligentes', diz prefeito, sem dar aumento

05 Dupla armada com pistola rende família no meio da manhã e rouba carro em Campo Grande

Espaço do Leitor
Espaço do leitor
Acesso Fácil
Faça da Midiamax sua página inicial

06/01/2014 12:26

TJPE avalia abertura de processo administrativo contra juíza acusada de adoção irregular

Aumentar texto Diminuir texto

Uol/GA

A Corte do Tribunal de Justiça de Pernambuco (TJPE) se reúne na tarde desta segunda-feira (6) para avaliar a abertura de um processo administrativo contra a juíza Andréa Calado da Cruz, da Vara da Infância e da Juventude de Olinda, acusada de favorecer um casal em um caso de adoção ocorrido no ano passado. A reunião está marcada para as 14h. Para abertura do processo administrativo, é necessário que pelo menos dez dos quinze desembargadores do TJPE decidam por esse encaminhamento, após avaliar o trabalho da Corregedoria. Caso o processo seja aberto, a punição máxima que a juíza pode receber é a aposentadoria compulsória. A medida a permitiria manter os rendimentos.

O caso foi denunciado pela procuradora Henriqueta de Belli no final de agosto de 2013. Segundo a acusação, a juíza teria agido irregularmente ao conceder a guarda de uma criança para um casal que morava nos Estados Unidos e que não constava no cadastro nacional de adoção. O casal ainda teria furado a fila sob a alegação de que se estava fazendo uma caridade pela menina, abandonada pela mãe no Hospital Tricentenário, em Olinda. Durante o processo de adoção, o casal teria batizado a criança com documentos falsos. Eles devolveram a menina em setembro e ela foi entregue a outros pais.

No início de setembro, a promotora ingressou com uma denúncia de tráfico de influência na Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe) contra a juíza, o presidente da Casa, Guilherme Uchoa (PDT) e a filha dele, Giovana Uchoa. Segundo a denúncia, Giovana teria interferido em favor da adoção. O deputado, que negou ter atuado para favorecer o casal na adoção da criança, chegou a abrir um processo contra três veículos de comunicação, dentre eles o Jornal do Commercio, para proibir a veiculação de matérias sobre o caso. Na época, a Comissão de Ética da Alepe decidiu engavetar a denúncia.



Comentários (0)

 
Deixar comentário
20h35
Anatel adia decisão sobre prorrogação de uso de frequências para TIM e Oi
19h38
Entidades alertam para tráfico de menores no futebol
18h21
Mais de 74 mil casos de corrupção foram julgados este ano
Artigo do dia
Aristóteles Drummond
Ação e não emoção
Entrevista
Diretor do CRA fala da importância do profissional administrador na gestão pública
Loteria
Mega-Sena acumula e ninguém fatura prêmio superior a R$ 3 milhões