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17/12/2013 09:48

CCR vence leilão e duplicará BR-163 em Mato Grosso do Sul com pedágio de R$ 4,38

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Pedro Heiderich

Divulgação

A CCR (Companhia de Participações em Concessões) venceu na manhã desta terça-feira (17) o leilão da BR-163, rodovia de Mato Grosso do Sul. O leilão aconteceu na BM&F Bovespa, em São Paulo. Seis grupos disputaram a privatização da rodovia: Odebrecht, Triunfo, Invepar, CCR, Ecorodovias e Queiroz Galvão.

Com oferta de R$ 0,04381, que equivale a deságio (desconto) de 52,74%, a CCR foi a vencedora. O valor da tarifa básica de pedágio do leilão de hoje não poderia exceder R$ 0,09270 por quilômetro. Venceria quem oferecesse o maior deságio em relação a esse teto. O pedágio deverá custar R$ 4,38 a cada 100 quilômetros.

Os lances do Ecorodovias e Queiroz Galvão foram os segundo e terceiro melhores, de R$ 0,05175 e R$ 0,05459, respectivamente, o que representa deságio de 44,17% e 41,11%.

Já a Odebrecht, que era vista como favorita por ter vencido o outro trecho da BR-163, em Mato Grosso, no mês passado, ofereceu lance de R$ 0,08482, deságio de 8,50%, bem abaixo dos 52% ofertados pelo trecho em Mato Grosso. O lance da Triunfo foi o que teve o menor deságio, de 2,99%, o que corresponde a R$ 0,08992 por quilômetro.

Com contrato de trinta anos, o edital prevê a execução dos serviços de duplicação, recuperação, manutenção, conservação, operação, implantação de melhorias e ampliação da capacidade de 847,2 km da rodovia.

Agora, a CCR terá que duplicar 806 quilômetros nos cinco primeiros anos de concessão. Nesse período, o investimento calculado pelo governo é de R$ 3,4 bilhões e chegará a R$ 6,4 bilhões. Pela regra do leilão, a cobrança do pedágio, em toda a extensão da rodovia, só pode começar depois de concluídos 10% das obras de duplicação (80,6 quilômetros). (Com informações do Portal MSN)

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Comentários (1)

17/12/2013 11:46
Francisco Lima
Se é para conduzir o veículo de forma mais segura é interessante pagar o pedágio, desde que as obras sejam realizadas o mais rápido possível para que o negócio seja viável para a população. Deveria ser exigido mais que 10% para começar a cobrar, pois esse teto da margem para que a vencedora não invista de imediato na duplificação da BR.

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