Midiamax
BUSCA: 
 Capa

 Últimas Notícias

 Pimenta no Reino

 Transparência

 Política

 Polícia

 Emprego

 Tecnologia

 Esportes

 Geral

 Mundo

 Brasil

 Agronegócio

 Economia

 Cultura

 Cinema

 Entretenimento
Articulistas



Blogs
 Fernando Soares
Mais Lidas
01 DATAmax: diferença entre Reinaldo e Delcídio é de 8,58 pontos; indecisos são 3,58%

02 Morre 2º atleta que correu na Volta das Nações em Campo Grande

03 Campanha esquenta e ex-vice-prefeito troca socos e xingamentos com vereador

04 Sensus/IstoÉ: Aécio tem 54,6% e Dilma, 45,4%

05 Advogado criminalista é assassinado com oito tiros neste sábado em Dourados

Espaço do Leitor
Espaço do leitor
Acesso Fácil
Faça da Midiamax sua página inicial

24/09/2013 10:37

'Viúva branca': inglesa acusada de envolvimento em atentado de Nairóbi

Aumentar texto Diminuir texto

Uol/GA

O Quênia sugeriu nesta terça-feira a presença entre os criminosos que atacaram o centro comercial de Nairóbi da britânica Samantha Lewthwaite, de 29 anos, filha de um militar e viúva de um dos autores dos atentados de Londres em 2005.

A ministra das Relações Exteriores queniana, Amina Mohamed, declarou à rede pública americana PBS que uma mulher britânica fazia parte do grupo de criminosos que matou 62 pessoas, junto a dois ou três americanos.

"E acredito que fez isso outras vezes", disse sem mencionar seu nome e contradizendo seu colega do ministério do Interior, Joseph Ole Lenku, que havia afirmado que os atacantes eram todos homens, embora alguns tenham se disfarçado de mulher.

O governo britânico se negou a especular sobre a presença de um de seus cidadãos entre os islamitas.

Lewthwaite, uma muçulmana convertida, era casada com Germaine Lindsay, um dos quatro suicidas que realizaram os atentados contra o transporte público de Londres em julho de 2005, matando 52 pessoas. Desde então é conhecida como "a viúva branca".

Mãe de três filhos, que viveria no leste da África, é procurada pela polícia queniana por seu suposto envolvimento em planos terroristas.

Filha de um soldado britânico, Lewthwaite se disse horrorizada quando seu marido, nascido na Jamaica, detonou a mochila cheia de explosivos que carregava e matou 26 pessoas em um vagão do metrô de Londres no dia 7 de julho de 2005.

Naquele momento estava grávida de seu segundo filho.

"Condeno totalmente e estou horrorizada pelas atrocidades ocorridas em Londres", afirmou, descrevendo seu marido como "um marido bom e carinhoso, que não deu nenhum sinal de ir cometer este crime atroz".

Lewthwaite conheceu Lindsay em um fórum de internet quando tinha 17 anos, dois anos depois de se converter ao Islã.

Descrita como alegre, seus amigos de escola disseram que teve uma adolescência comum em Aylesbury, a noroeste de Londres.

"Era uma jovem britânica média", explicou Raj Khan, um vereador que conhecia a família.

"Não era muito segura", ressaltou.

Pouco se sabe sobre o que ocorreu nos anos posteriores aos atentados, mas acredita-se que esteja há dois anos no leste da África e que as autoridades quenianas a acusam de planejar atacar alvos ocidentais.

A polícia queniana afirma que viaja com um passaporte falso sul-africano sob o nome de Natalie Faye Webb, acompanhada de seus três filhos, uma menina e dois meninos que agora devem ter entre sete e 12 anos.

As autoridades sul-africanas disseram que estão investigando a suposta falsificação do passaporte.

Raffaello Pantucci, um especialista em terrorismo do Royal United Services Institute, disse que Lewthwaite adquiriu um "status semimítico".

"Não acredito que tenhamos nenhuma evidência de que esteja envolvida neste incidente", explicou.

"Mas não é surpreendente que seja mencionada neste contexto por suas conexões", afirmou.

O jornal de Nairóbi Daily Nation citou especialistas de segurança para afirmar que os islamitas da costa queniana a chamam de "Dada Muzungu" - "irmã branca em suaíli - e que conseguiu escapar de uma operação policial em Mombaça em janeiro de 2012.



Comentários (0)

 
Deixar comentário
16h38
Mali tem 1ª morte por ebola; casos já superam 10 mil
16h18
Mauritânia fecha fronteira com Mali por ebola, dizem autoridades
16h12
Nave não tripulada Dragon se desacopla da ISS