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06/07/2013 21:44

Incêndio atinge Mercado Público de Porto Alegre

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Terra/DA

Um incêndio de grandes proporções atingiu o Mercado Público de Porto Alegre (RS), na região central da capital, por volta das 20h30 deste sábado. O prefeito José Fortunati foi até o local e confirmou que pelo menos metade do prédio foi atingido pelas chamas, que só foram controladas após as 22h. "Dois dos quatro quadrantes foram consumidos", disse ele ao reforçar que não houve feridos.

"Não temos vítimas, isso tranquiliza do ponto de vista humano. Mas é um patrimônio histórico, cultural e turístico da cidade, dá uma dor no coração. Não imaginei assitir a um espetáculo tão triste", afirmou Fortunati. Ele também disse que não há informações sobre as causas do incêndio. "Vamos apurar as causas depois, o mais importante agora é apagar as chamas", completou o prefeito, enquanto ouvia críticas de um grupo de 100 pessoas que estava nas paradas de ônibus nas proximidades gritando palavras de ordem contra ele.

Vinte viaturas do Corpo de Bombeiros foram deslocadas ao local. O fogo começou no terraço, na altura da avenida Borges de Medeiros com a Júlio de Castilhos, mas atingiu também o segundo andar do prédio. Os bombeiros que trabalhavam no local interditaram as proximidades do mercado. Segundo o relato de testemunhas, eles encontravam dificuldades para controlar o fogo.

Carlos Munhoz, 62 anos, presenciou o começo do incêndio e criticou a ação das equipes dos Bombeiros. "Houve muita demora para o desligamento da energia elétrica. O hidrante em frente ao terminal Parobé, os bombeiros tiveram que usar marreta para liberar ele", disse ao lamentar pela tragédia.

Outro morador da capital que presenciou o início das chamas, Rudimar Brites, 51 anos, disse que estava em uma lanchonete em frente ao mercado. "Vi quando os Bombeiros chegaram, mas eles tiveram muita dificuldade, o hidrante não funcionava. Soltou jatos e parou. Faltou preparo e pessoal", criticou.

Questionados pelo Terra, servidores do Corpo de Bombeiros confirmaram que só contavam com uma escada mecânica para controlar o incêndio. A escada magirus chegou ao local somente por volta das 22h.

A proprietária de uma das lojas do Mercado Público, conhecida como Banca da Ione, passou mal e precisou ser socorrida por uma equipe de resgate. Um dos fornecedores da banca, que distribui mercadorias no prédio desde 1980, estava no local e manifestou indignação com a ação dos Bombeiros. "Estou muito triste e revoltado porque o Mercado faz parte da vida da gente. Ao mesmo tempo estou revoltado com a ineficiência dos Bombeiros. Quando chegamos aqui havia apenas um carro, se fosse num prédio longe até entenderíamos, mas no centro da cidade deveria reolver imediatamente", disse Sérgio Sauer.

Após as críticas dos comerciantes e de pessoas que presenciaram o começo do incêndio, o prefeito reconheceu que o efetivo dos Bombeiros não era suficiente para um incêndio dessa proporção, mas negou que os hidrantes apresentaram problemas.

Comando dos Bombeiros nega falta de efetivo

O comandante-geral da Brigada Militar, Fábio Fernandes, negou a afirmação do prefeito de que havia falta de efetivo para controlar as chamas, embora não soubesse afirmar quantas viaturas foram deslocadas para o local. Fernandes também disse que não houve problema de estrutura. "Não faltou água e não faltou equipamentos. Todos os hidrantes estão funcionando", garantiu.

Segundo ele, as chamas foram controladas. "Atacamos inicialmente a parte lateral, onde se estabeleceu inicio do incêndio, e depois fomos com a escada mecânica em direção ao fundo. Essa foi estratégia que adotamos. Nós tivemos todas as guarnições (de Porto Alegre) acionadas, inclusive da região metropolitana".

O secretário estadual da Segurança, Airton Michels, também defendeu a atuação das equipes de resgate. "Não houve falta de efetivo. Empregamos 20 caminhões para evitar que o fogo se alastrasse ainda mais", disse ao afirmar que a dificuldade se deve à estrutura do prédio, composta principalmente por madeira.

Hélio Oliveira, da coordenação da Defesa Civil municipal, disse que pediu para todas as pessoas que estavam no local que se afastassem porque havia riscos de intoxicação devido à fumaça. Ele ainda afirmou que o rescaldo do incêndio será feito a partir de amanhã, quando prefeitura deve divulgar um balanço sobre os estragos. "Não entrei dentro do prédio, mas a parte de cima ficou totalmente abalada".

Mercado Público

Um dos principais cartões postais de Porto Alegre, o Mercado Público já registrou outros três incêndios em seus 140 anos de história: em 1912, 1972 e 1979, este último no ano em que foi tombado como Patrimônio Histórico e Cultural do Município. Na década de 1990 o prédio passou por uma restauração em toda a estrutura, que durou sete anos.



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