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27/06/2012 16:24

Mulher suspeita de matar marido em Campo Grande era agredida frequentemente

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Graziela Rezende


Amparim Lakatos
Casa onde aconteceu o assassinato

A testemunha D.N.V., 18 anos, que presenciou o assassinato de Alenilton Marcos Miranda da Costa, 30 anos, ocorrido por volta das 22h40 de ontem (26), na rua Nacional, bairro Coronel Antonino, em Campo Grande, afirma que brigas entre a vítima e sua mulher eram frequentes e que ontem, no momento da discussão, a mulher gritava por socorro a todo o momento.

“Estava no ponto de ônibus que fica quase em frente a casa do casal quando ele chegou. O homem estava alterado e buzinava muito alto, pedindo para abrir o portão. Após ele entrar com o carro, um Fiat Uno prata, dá para ver que ele começou a agredir a mulher”, conta a testemunha.

O jovem diz que a mulher, após apanhar diversas vezes, pegou um espeto metálico para se defender. “Ela pedia para ele parar, gritava e ele continuava a bater nela. Foi o momento em que ela jogou o espeto, entrou para dentro de casa e voltou armada”, fala a testemunha.

A queima roupa, a testemunha disse que a mulher efetuou um disparo na direção da testa de Alenilton. “E quando ele caiu ela descarregou a arma. Já morto, a mulher correu lá dentro, pegou a menina e colocou dentro do carro e foi embora”, diz a testemunha.

Ela entrou em contato com o irmão e então abandonou o carro nas proximidades. O irmão o buscou e desde então eles estão desaparecidos.

“Moro aqui no bairro desde que nasci e poucas pessoas conheciam esta família. Todos disseram que ele era usuário de drogas e estava com um mandado de prisão em aberto, algo que até foi confirmado pelos policiais que estiveram na casa após o crime”, afirma a testemunha.

A Polícia Civil agora tenta localizar a mulher, o veículo e mais testemunhas para falar sobre o caso.

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