Midiamax
BUSCA: 
 Capa

 Últimas Notícias

 Pimenta no Reino

 Bastidores

 Transparência

 Política

 Polícia

 Emprego

 Tecnologia

 Esportes

 Geral

 Mundo

 Brasil

 Agronegócio

 Economia

 Cultura

 Cinema

 Entretenimento
Articulistas






Espaço do Leitor
Espaço do leitor
Blogs
 Alex Fraga

 Ana Cavalheiro

 Cozinha de Raízes

 Eugênia Amaral

 Falo Blogo Escrevo

 Festas e Eventos

 João Campos Online

 Papo de Pregão
 Fernando Soares
Mais Lidas
01 'Xerifa' vai à academia em Campo Grande e Justiça a manda voltar para prisão no RJ

02 Jovem de Campo Grande publica foto de pistola e faz ameaças a PMs em post do Facebook

03 Assaltante atira em dono de supermercado após dois roubos em Campo Grande

04 Com 92 anos e casado 4 vezes com a mesma mulher, ele diz que só tem medo de morrer novo

05 Bernal desafia Prefeitura a mostrar vídeos de suposto 'quebra-quebra' no Paço Municipal

Acesso Fácil
Faça da Midiamax sua página inicial

08/03/2012 09:37

Mulheres se destacam em suas profissões e vencem o preconceito machista

Aumentar texto Diminuir texto

Mayara Sá

Na busca de melhores condições de trabalho e salários iguais aos dos homens, um grupo de operárias norte-americanas fizeram uma grande greve em 8 de março de 1.857. A manifestação, violentamente reprimida, causou a morte de cerca de 130 mulheres. Oitenta anos depois, em 1975 a ONU decretou a data oficial como o “Dia das Mulheres”.

De lá para cá muita coisa mudou. Hoje as mulheres estão no mercado de trabalho e exercem funções que antes eram consideradas de homens.

A neuropediatra Maria José Maldonado conta que há 30 anos, quando começava os estudos na faculdade de medicina, o preconceito ainda existia. “Na época poucas mulheres faziam medicina. Na minha sala eram apenas três, no meio de vários homens. Além disso, iniciei os estudos muito jovem, e tive que enfrentar preconceito por ser nova”.

Maldonado explica que o preconceito partia não apenas dos colegas, como dos próprios professores. “Uma vez numa banca de avaliação, um professor me perguntou se eu era uma boa dona de casa. Respondi que mais ou menos, porque estava focada nos estudos. Aí ele me disse: então você não vai ser uma boa profissional”.

A médica conta que apesar do início difícil, hoje conquistou seu espaço. E as dificuldades de começo de carreira são lembradas com bom humor, por uma mulher que soube enfrentar a vida e fazer dela algo melhor.

Inovação de mercado

A empresária Edy Toledo, que atua no ramo da comunicação, conta que teve dificuldade no começo dos negócios não apenas por ser mulher, mas por trazer um produto diferente para o mercado.

Quando começou há 16 anos com serviços de panfletagem, o trabalho não era profissional. “Qualquer um fazia. Não tinha profissionalização”.

Toledo fala que a empresa veio preencher a lacuna existente na área. Hoje faz vários serviços desde a panfletagem, promoção de produtos e até entrega de malas diretas, por exemplo. “Temos vários serviços. Atendemos qualquer ação de comunicação”, diz.

Por outro lado, ela pontua que o fato de ser mulher foi o que realmente alavancou o negócio. “Somos muito lutadoras, não entregamos os pontos”, frisa.

Na política

E foi com luta e trabalho que a vereadora Rose se tornou parlamentar. Professora de formação, ela lembra que não tinha pensado em ser política, mas o projeto social que desenvolvia no bairro Dom Antônio Barbosa cresceu, foi para outros bairros e ai, de tanto falarem que ela tinha jeito, acreditou.

“Me tornei política porque acho que tenho o perfil para servir. É isso que o político deve ter. política não pode ser encarada como profissão”, afirma.

Em 2008, a professora se candidatou e foi a mulher mais votada naquela eleição, 7.536 votos.

Ao contrário do que acontece fora do meio político, Rose diz ser acolhida pelos colegas. “Eu era vereadora de primeiro mandato e tive muito apoio de todos. Na Câmara não tem essas diferenças”, diz.

Apesar de dizer que o preconceito não existe no local, ela sabe que as diferenças são grandes. Prova disso, a vereadora lembra a cota de 30% para as mulheres. “A gente vê a diferença no número de mulheres na Casa”, aponta.

E conclui dizendo que quando não for mais necessário cotas, as mulheres realmente terão conquistado o espaço.

Notícias relacionadas

08/03/2012
09h35 Pesquisa traça perfil da mulher empreendedora no Estado
09h35 Pesquisa traça perfil da mulher empreendedora no Estado
08h04 Rita Ribera foi a 1ª mulher da América do Sul a exercer direito ao voto
07/03/2012
17h10 Deputada de MS quer criar Sala da Mulher para discutir igualdade de gênero
17h10 Deputada de MS quer criar Sala da Mulher para discutir igualdade de gênero


Comentários (3)

08/03/2012 14:19
ALENCAR
Parabens a todas as mulheres, e que a cada dia possam serem respeitadas nos seus direitos.

08/03/2012 10:24
eduardo de paula
E as que não se destacam, não merecem reconhecimento? Milhares de mulheres vencem anonimas, não só o preconceito, e merecem o mesmo destaque que qualquer outro ser humano. Ou não?

08/03/2012 10:15
César, Laura e Luigi Palumbo Fernandes
Parabéns a todas as mulheres, em especial neste caso, à Dra. Maria José Maldonado. Brilhante profissional que demonstra ter muito amor pelo que faz! César, Laura e Luigi Palumbo Fernandes.

20h47
Hemosul está com estoque baixo de sangue e convoca doadores
20h14
Depois de avaliação do Ministério do Planejamento, servidores do HU poderão receber plantões feitos no início do ano
19h20
Sem ter com quem deixar o filho, vendedora vira diarista e cria grupo para arrumar emprego
Entrevista
“Queremos fomentar o comércio e ajudar as associações a conquistar espaço”, diz presidente da Faems