Midiamax
BUSCA: 
Espaço do Leitor
Espaço do leitor
 Capa

 Últimas Notícias

 Municípios

 Política

 Brasil

 Geral

 Polícia

 Esportes

 Mundo

 Loterias

 Negócios

 Economia

 Agronegócio

 Cultura

 Turismo

 Marketing

 Cinema

 Entretenimento

 Transparência

 Educação

 Emprego

 Gastronomia

 Saúde

 Bastidores

 Pimenta no Reino
Boletim
Receba notícias em seu E-mail
Blogs
 Alex Fraga

 Amor no Singular

 Ana Cavalheiro

 Cozinha de Raízes

 Eugênia Amaral

 Falo Blogo Escrevo

 Festas e Eventos

 João Campos Online

 Nilson Pereira
Articulistas





 Fernando Soares
Mais Lidas
01 Gradiente, arrendada pela CBTD, apresenta seus novos produtos

02 Mato Grosso do Sul registra queda nos casos de notificação de dengue até abril

03 Embalado pelo tri paulista, Santos visita o Vélez pelas quartas

04 Comércio de MS teve o quarto melhor desempenho do País em março

05 Número de mortes por dengue tem redução de 80% nos quatro primeiros meses do ano

Tempo
Outras Cidades de MS
Acesso Fácil
Faça da Midiamax sua página inicial
Redação
(67) 3324-0082
Enviar E-mail
Mundo

22/02/2012 10:06

Supremo paraguaio desbloqueia medição de terras disputadas

Aumentar texto Diminuir texto

EFE/LH

A Corte Suprema do Paraguai desbloqueou nesta terça-feira a medição de propriedades em disputa na região de plantios de soja de Ñacunday, na fronteira com o Brasil, epicentro de um conflito com camponeses em um país que tem um terço de suas terras aráveis adjudicadas de forma irregular.

Em uma decisão da Sala Civil enviada à Agência Efe, os magistrados determinaram que a medição fique a cargo de um novo juiz, depois que os advogados do fazendeiro Tranquilo Favero recusassem o anterior e conseguissem parar os trabalhos.

O "brasiguaio" Favero é o principal produtor individual de soja do Paraguai, mas o movimento de camponeses sem-terra o acusa de ter se apropriado de terras durante a ditadura de Alfredo Stroessner (1954-1989).

A disputa em Ñacunday, na província de Alto Paraná, recomeçou em meados de janeiro com uma nova ameaça de ocupações por parte dos "sem-terra", liderados pela Liga Nacional de Carperos.

Os "carperos" - chamados assim porque acampam sob carpas (barracas) - se encontram "na cabeceira das propriedades de Favero" à espera da ordem judicial de despejo com a qual ameaçou ontem o ministro do Interior, Carlos Filizzola, disse hoje à Efe o porta-voz da polícia provincial, Augusto Lima.

Filizzola garantiu hoje que "o despejo acontecerá", pendente apenas do término do "protocolo", depois que um dos líderes dos "carperos", Victoriano López, dissesse que não pensam em sair do local.

O presidente do Paraguai, Fernando Lugo, ameaçou no último dia 6 em usar "todos os meios disponíveis" para evitar ocupações e confrontos em Ñacunday.

Apesar de assumir que na região há terras adjudicadas irregularmente, Lugo observou que compete à Justiça decidir quem são seus verdadeiros proprietários.

Dez dias depois, o assessor legal da Presidência, Emilio Camacho, cifrou em 180 mil hectares as terras públicas "ocupadas" por Favero e disse que o Estado não renunciará a elas para agradar o fazendeiro.

O assessor se referia a dados do Instituto Nacional de Desenvolvimento e da Terra, que no ano passado iniciou as tarefas de medição de 257 mil hectares em Ñacunday que poderão ser retomadas agora após a decisão do Supremo.

Camacho uniu-se à condenação geral a Favero por seus elogios à ditadura de Stroessner e suas críticas ao campesinato paraguaio feitas a um jornal brasileiro, que lhe valeram uma declaração de "persona non grata" da Prefeitura de Assunção.



21h35
Turistas gays poderão casar em Buenos Aires, mas Brasil não reconhecerá uniões
20h58
SMS estimula sinceridade, diz estudo
20h22
Facebook estreia na Bolsa com ações a US$ 38 e levantando US$ 16 bi
Galeria
Violência à Imprensa