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Zezé di Camargo passa mal durante gravação de comercial e é levado a hospital

Ele foi diagnosticado com estafa

O cantor Zezé di Camargo, 54 anos, passou mal durante a gravação de um comercial, no último fim de semana. Segundo a colunista de celebridades Fabíola Reipert, do quadro 'Hora da Venenosa' do programa Balanço Geral, da TV Record, ele foi levado às pressas ao hospital após sentir cansaço, mal estar e dores de cabeça.

No hospital, foi constatada que a pressão do cantor chegou a 18x12, considerada muito alta. Ele foi medicado e passou por bateria de exames. O diagnóstico foi estafa. Por sorte, um show que a dupla tinha no sábado (14) foi adiado para novembro e o cantor pode descansar. Todavia, no domingo ele e o irmão Luciano já seguiram com a agenda de shows e fizeram um show na Bahia.

Segundo Zezé, ele enfrenta quadro de estafa e deverá desacelerar a agenda. O Cantor ainda segue em observação e acompanhamento médico para monitorar sua pressão sanguínea.

Ao site Purepeople, a assessoria do sertanejo se manifestou e comentou qual teria sido o real motivo do mal estar vivido por Zezé. “Foi apenas um mal-estar, por conta de dias sem dormir. Tivemos uma gravação na Eliana na terça que começou às 10h e terminou no dia seguinte de manhã, logo em seguida eles tiveram show no CTN, gravação… Mas, ele está superbem. Inclusive, cumpriu normalmente a agenda de show do final de semana”, comentou.

Desacelerar a carreira

Zezé já afirmou várias vezes que pretende desacelerar o ritmo da carreira e fazer menos shows. "Trabalho desde os 12. Não tenho mais condição para isso, não. Tenho que pensar um pouco em mim" disse o cantor ao G1 em agosto deste ano. Para ele, dois shows por semana ou 80 por ano são a meta para 2019.

“Seria um número maravilhoso. Mas como empresários que somos, tem prioridades que temos que cumprir. Talvez a gente ainda não tenha condições de fazer isso por compromissos assumidos até com a equipe. Até o ano que vem, tolero. Mas passando para o outro, pode ter certeza que não vou fazer mais isso, não”, concluiu.

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