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Nomeação de defensor de animais é suspensa e CCZ fica sem coordenador

CCZ está sem coordenador desde janeiro

Não foi desta vez. O Centro de Controle de Zoonones em Campo Grande não será coordenado pelo veterinário e professor da universidade federal de Mato Grosso do Sul, André Luis Soares da Fonseca, defensor do tratamento em cães com leishmaniose. O profissional era cotado para assumir o local, e já planejava incentivar a adoção para acabar com o 'descarte' de cães e gatos.

O anúncio foi feito pelo próprio veterinário, em sua página no Facebook: “Com tristeza, venho comunicar a vcs que infelizmente não houve um acordo entre a Prefeitura Municipal de Campo Grande e a UFMS para a minha cedência para o Centro de Controle do Zoonoses”. “Lamento muito que não tenhamos mais oportunidade de trabalharmos como desejávamos mas continuamos acreditando sempre na saberia de Deus e que coisas boas sempre estarão por acontecer”, completou.  

A Secretaria Municipal de Saúde (Sesau) informou, por meio de sua assessoria de imprensa, que ainda não foi comunicada da decisão e que ainda aguarda o posicionamento oficial da instituição de ensino. Ainda de acordo com o órgão, a cedência do profissional pode ter sido comprometido por questões salariais.

A Sesau disse ainda que não cogitou um novo nome para o CCZ.

 

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