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Propaganda cobriu monumento por erro, diz rede de supermercados

Prefeitura disse que não autorizou faixas no Obelisco

Um erro da equipe logística levou à instalação de faixas promocionais no Obelisco de Campo Grande, no último sábado (21). A explicação é do grupo Comper, e a propaganda foi removida durante o fim de semana mesmo, por ordem da Prefeitura, que diz não ter autorizado publicidade alguma no monumento. Apesar de rápido, o 'engano' causou alvoroço nas redes sociais.

A rede de supermercados confirmou a responsabilidade pelas faixas que cobriram com exatidão no recorte a base do monumento de homenagem ao fundador da cidade, José Antônio Pereira, na tarde do sábado (21), porém justificou ter errado o local. Em nota oficial, explicou que o material publicitário deveria ter sido instalado nos altos da Avenida Afonso Pena, próximo de onde ocorre a 1ª edição do festival Comitiva dos Chefs.

Segundo eles, assim que o erro foi percebido, as faixas foram retiradas. A Prefeitura informou que não emitiu autorização para tal medida e, assim que o caso chegou ao conhecimento do prefeito Marquinhos Trad (PSD), foi determinado que equipe de plantão da Semadur (Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Gestão Urbana) retirasse as faixas imediatamente. E assim ocorreu.

Construído em homenagem ao fundador da Capital, José Antônio Pereira, o Obelisco se tornou monumento histórico tombado em 1975, após aprovação de lei em 9 de setembro daquele ano. As faixas faziam referência ao Outubro Rosa, mês de incentivo à prevenção do câncer de mama, e também ao aniversário da rede de supermercados sul-mato-grossense.

Nas redes sociais, muita gente achou que a Prefeitura havia autorizado o uso publicitário do monumento, causando inúmeros posts com reclamação.

Não só em Campo Grande, mas em outras cidades do Brasil a colocação de faixas para divulgação de campanha já causou polêmica, como o preservativo gigante que foi pendurado em alguns monumentos para lembrar a importância da prevenção à Aids.

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