Sem razão

Minha viagem pela Europa serviu para ver em que estamos sendo lesados, furtados, roubados pelos bancos.  Primeiro, temos de deixar “algo” depositado na agência para que ela assuma os saques ou débitos que vamos fazer no velho mundo.  Ou seja: para nos liberar aquilo que já é nosso, o banco cobra e caro!

Quando saí do Brasil, aproveitei para dizer a um dirigente da FIEMS que entendia o medo dele (e de um outro “líder”) em relação aos bancos.  Afinal, como me disse pessoalmente o presidente da OAB local, “ele (J. Campos) quer, simplesmente, brigar com os bancos!”.

Tudo porque lhe propus discutir com o Banco do Brasil (ou Caixa) quanto deveria voltar para a entidade pelo uso dos depósitos que fazemos em conta!

O “líder” (e, certamente, o dirigente da FIEMS) tem medo do Banco do Brasil retaliá-lo se ele fizer uma proposta dessas! Então, o banco vai continuar lucrando horrores com o dinheiro depositado (que não é seu!) e divulgando, em nossa cara, que lucrou 512%, 615% (ver Bradesco, Itaú, Econômico, etc.).

Da Europa, de onde nos foi vedado fazer pagamentos de internet, luz e água, vimos serem cortadas as contas de internet. De luz e água não houve corte porque já estávamos aqui.  Vale dizer: o banco disse como deveríamos gastar o nosso próprio dinheiro!

Hoje, os bancos se fartam com os depósitos gratuitos que todos fazemos (liberais e comerciantes) e ainda divulgam seus lucros absurdos com dinheiro que lhes não pertence! Que tal deixarem 20% ou 30% desses depósitos na conta do empresário?  Ainda teriam 70% para suas aplicações!

Nem o dirigente da federação nem seu “líder” (menos ainda a OAB) estão com a razão.

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