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28/04/2012 10:24

Puccinelli garante que proposta de R$ 2.200 partiu do Comandante da Polícia Militar

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Diana Gaúna e Graziela Rezende


Luiz Alberto

Durante evento na manhã deste sábado (28), o governador André Puccinelli (PMDB), declarou que a proposta de reajuste salarial no valor de R$ 2.200 para os soldados não teria partido dele, mas sim do comandante da Polícia Militar, coronel Carlos Alberto David dos Santos.

André reafirmou que o assunto ainda está em discussão e que as negociações não foram fechadas.

"Ainda estamos em entendimento. Na verdade eles é que fizeram a proposta. Minha resposta foi para que eles me encaminhem por escrito e com a assinatura de todas as associações, de cabos e soldados, sargentos e subtenentes”, afirmou Puccinelli.

O governador fez questão de ressaltar que o comandante foi o intermediador do pedido, pois por ele o valor ficaria na proposta inicial de 5%.

Na Associação dos Cabos e Soldados, no entanto, não há a confirmação de que os praças teriam participado da elaboração da nova proposta.

"Nossa proposta inicial de R$ 2,5 mil ainda não foi suspensa", avisa o vice-presidente da entidade, Claudio Souza.

André Puccinelli declarou que a PM é que está pedindo para que melhorem um pouco os salários e que essa nova proposta pode ser “analisável”.

Os militares haviam programado uma manifestação para a manhã deste sábado, porém o protesto foi suspenso após o comandante ameaçar deixar as negociações caso a programação fosse realizada.

Questionado a respeito, o comandante da PM, coronel Carlos Alberto David dos Santos confirma a fala do governador.

"Gostaria de chegar no valor que os praças queriam (referindo-se aos R$ 2,5 mil pedidos pelos soldados), mas sei que o Estado não tem condições de pagar isso agora", esquiva-se o comandante.

Já a ACS (Associação de Cabos, Soldados e Bombeiros Militares de Mato Grosso do Sul) garante que as negociações podem 'ser melhoradas para a tropa'.

"Até onde sei as negociações foram reabertas e por isso a mobilização foi cancelada. Mas nossa proposta inicial de R$ 2,5 mil ainda não foi suspensa. E, com relação ao prazo do dia 2 de maio, quando o governador encaminha o que foi fechado com a categoria para a Assembléia Legislativa, isso é um problema dele. A entidade não pode decidir pela categoria e vamos nos reunir com todos os praças até chegarmos a um consenso. E novamente, até onde sei, a Operação Tolerância Zero não está suspensa e continua", conclui o vice-presidente da ACS, Cláudio Souza.

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Comentários (61)

07/05/2012 20:33
marco
eu sou a favor da desfiliacao da ACS em massa. Instituicao incompetente essa. bringadeira hem....

01/05/2012 13:38
Giovanni
Mas que vergonha em Celso, o "judiciário os julgou", agora a culpa é do judiciário. Não o correto é: "Os Oficiais(Conselho de Justificação) os julgou".

01/05/2012 13:10
Claudio
Deixa eu ver se entendi tudo o que aconteceu: O DITADOR André que mandou o DITADOR Davi, que SEMPRE MANDOU NA ACSPMMS, que NUNCA MANDOU em NADA, a cancelar a nossa passeata que seria no sabado, com todos os nossos familiares, e com participaçao da sociedade civil, e que DERRUBARIA o CMT GERAL. Será que é porisso que a ACS só é recebida pelo ANDRE se CMT GERAL marcar audiençia? Quem manda na ACS?

01/05/2012 12:16
César
Acontece sr. Mauro César que o senhor entrou ontem na PMMS, passou por um período de formação que mais se parece uma colônia de férias. Devemos sim valorizar os companheiros mais antigos, que por diversas vezes enfrentaram escalas 24X24, e outros que perderam até a vida em defesa da sociedade. Comparar a atividade de segurança pública com outra qualquer, é um absurdo.

01/05/2012 11:40
Rubens ferreira
Vocês não se lembram que o Edmar era vice do Melo irmão, e não pensou duas vezes e o triu?tirando-lhe o mandato, porquê não trairia atropa?

01/05/2012 10:03
Paulo da Silva
Chega de sermos representados por fantoches, desfiliação da ACS já!!!

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